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quinta-feira, 18 de junho de 2015

A diáspora lusa no país das águias


Que andarão a fazer estes 11 portugueses pelo País das Águias? Alpinismo?...
Ainda pensei no pessoal diplomático, mas cedo abandonei a hipótese, porque Portugal é representado por um embaixador não residente. Nos tempos do sr. Enver Hoxha (1908-1985) e nos anos de brasa portugueses, a Albânia era apontada como exemplo político por dois pequenos partido da extrema esquerda portuguesa. Era uma espécie diminuta de China dos pequeninos... Hoje, deve ser um país feliz, porque quase ninguém fala dela e é dito avisado que a "felicidade não tem história".

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Da diáspora, e com açúcar


Para o reino do Sião (Tailândia) terão ido, emigrantes, 607 portugueses.
A fazer fé numa informação, que li há pouco tempo, serão menos de 200, os gregos em Portugal. Ou seja, feitas as contas, e como temos 292 portugueses emigrados na Grécia, ganhámos por cerca de 1/3.
Compreende-se. Como os portugueses são mais obedientes, seguiram o conselho avisado do nosso clarividente PM. Embora, como ele diz: nós não somos a Grécia. Ele é que cada vez se parece mais com o lulu da sra. Merkel. Não da Pomerânia, como os que têm pedigree, mas de Massamá, que são mais a dar para rafeiros.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O açúcar da diáspora


Não sei se acontecerá com todos, mas de grande parte das famílias com quem me dou, são escassas as que não têm algum familiar emigrado. Por isso, esta colecção de pacotinhos de açúcar tem razões objectivas e aponta para uma realidade dos nossos dias portugueses.
As três embalagens, em imagem, trouxe-as de uma esplanada de Campo de Ourique, onde tomei café com mais duas pessoas, jovens, uma delas emigrada (Inglaterra). Só eu utilizei açúcar na bica.
Não será destituído de bom senso eu acrescentar que, possivelmente, o maior número de portugueses na Noruega (2.414) se pode dever ao bacalhau...

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A solidão na diáspora


Aceitemos como rigorosos, q. b., estes números que o Observatório de Emigração forneceu aos Cafés Nicola, para a informação que aparece nas saquetas de açúcar.
Dito isto, pergunto-me, perplexo, quem será este (único) corajoso português, emigrante no Sudão? E estará no Sudão Norte, islamita, ou no petrolífero Sudão do Sul?
Pelo menos, simbolicamente, coloquei-o ao lado dos 166.583 portugueses emigrados nos Estados Unidos da América...

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Para remate de 2013


Uma nota de beleza visual nesta tela de Étienne Philippe Martin (1856-1945), que, na minha perspectiva, funciona como metáfora ou sugestão deste 2013 que se vai afastando, definitivo, de todos nós.
Até porque as cores, que vejo da janela, são sombrias, já a meio da tarde. E, ao longe, o quadrilátero visível do rio só se distingue das margens, pelo leitoso cinzento mais claro das águas. Mantém-se a fina neblina, um pouco mais ténue, da manhã, como que acompanhando a incerteza do ano que há-de vir, daqui a pouco.
A surpresa para mim, este ano e neste nosso Blogue, terá sido o copioso número de visitas direccionadas ao poste "Mexidos, ou formigos, vimaranenses" (de 24/12/2012), que já somam, agora, 227 visitantes. Mas, desiludámo-nos da boa nova, porque cerca de 1/4 vieram (de portugueses) de França, Brasil, Alemanha, Suiça...naquilo que interpreto como a saudade portuguesa, lá longe. Nesta diáspora que é uma nossa cíclica circunstância e necessidade. Que Camões traduziu em alma "pelo mundo repartida".

Nota: a tela de E. P. Martin, intitulada Le Courrier, que encima este poste, integra o acervo do Museu Gassendi, de Digne-les-Bains.