Creio que nunca votei, como hoje, com tanto fastio e falta de entusiasmo, nestes 56 anos de eleitor que já levo. E em que apenas falhei uma vez, às europeias, nos anos 80, por estar acamado e com febre.
Fi-lo com sacrifício e apenas com o sentido do dever cívico e, ilusoriamente, como se pensasse que o meu voto iria evitar que o estado de coisas descambasse ainda mais, em Portugal.
Quem diria, depois do 25 de Abril, com os achegas chungas !?...