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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Apontamento 108: Afinal, são os países do Sul a dar lições

[Tempo das conversas a sós ...]

Com medo de novas eleições e, sobretudo, esta incerteza quanto a um novo governo alemão que aliás, e também ao contrário dos “pigs”, costuma levar bastante tempo para se concretizar. Deve ser um mal de um centrão: Alemanha, Bélgica e Holanda formam um novo governo quando os cidadãos já se esqueceram das eleições.
No entanto, desta vez e depois do falhanço das negociações para uma coligação um pouco estranha, lá estão os alemães preocupadíssimos, como se vê pela informação da estação televisiva de referência, a Tagesschau:
“In Spanien hat sie jahrelang funktioniert, in Portugal arbeitet sie erfolgreich, und in Skandinavien ist sie quasi politischer Alltag: die Minderheitsregierung. Wie funktioniert sie und wäre eine solche Konstellation auch für Deutschland denkbar?”
Von Oliver Bilger für tagesschau.de

Em síntese, diz o senhor Bilger que, afinal, Portugal até “TRABALHA COM MUITO ÊXITO” numa solução de governo minoritário. Quem diria ??? Um país do Sul a dar lições à “grande” Alemanha.

Fico contente com esta abertura de espírito. É uma lufada de ar fresco !

Post de HMJ

terça-feira, 11 de abril de 2017

Comic Relief (135)


Quando o aleijadinho alemão das finanças - segundo Der Spiegel - diz que, se fosse francês, votaria Macron, eu terei de concluir que a esquerda gaulesa está metida num molho de brócolos...

domingo, 12 de julho de 2015

Apontamento 72: Grandeza



Curioso apelo de um jornalista, no DER SPIEGEL de hoje, apelando à Srª Merkel para “mostrar grandeza” perante um projecto superior a qualquer “racionalidade contabilística”, i.e. incentivando-a a optar por defender uma Europa de Paz.

Defendi, numa conversa familiar sobre a conturbada História da Europa, que a maioria dos alemães nem têm noção da sua História, como demonstra o seu actual “contabilista-mor”. Duvido, por isso, que a Srª promovida, durante algum tempo como protagonista da História Alemã, a chanceler, alcance o sentido profundo do apelo do jornalista.

Duvido, pois, da suprema inteligência de chanceleres cientistas, mesmo de físicas ou químicas, quando se reduzem ao seu terrunho. Sucede que, com frequência, não percebem o mundo na sua essência geográfica, humana, cultural e social. Por isso, apelos “a grandeza de espírito” não têm o seu efeito, porque a pessoa em causa não alcança o imperativo: ético, cultural e humano.

Para tentar redimir este pecado supremo de humilhação de um povo – neste caso da Grécia – lembrei-me da Sinfonia Renana de Schumann que, nos meus tempos de adolescência, abria o noticiário local. Era uma altura em que a cultura se aliava à política. Ou seja, bons tempos de grandeza de espírito que, infelizmente, não existem actualmente.


Post de HMJ 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

terça-feira, 13 de maio de 2014

Nem tudo vai mal...


..., pelo menos, quanto à polinização, porque da população das abelhas portuguesas, nos últimos tempos, não perdemos sequer 10%. Enquanto a Finlândia perdeu mais de 75%, assim como a Inglaterra.

Obsv.: a estatística vem em Der Spiegel de 28/4/2014.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Apontamento 35: Descoberta de uma moeda de ouro portuguesa



De acordo com uma pequena notícia publicada na revista DER SPIEGEL, confirmada através da página oficial da cidade de Stade, descobriram-se, recentemente, diversas peças de valor histórico durante os trabalhos arqueológicos a decorrer no antigo porto da cidade. A imagem acima, de um mapa Merian, permite visualizar a cidade, situada a norte de Hamburgo.

No entanto, a peça que chamou a minha atenção foi a seguinte.


Uma moeda de ouro com o brasão e a inscrição Ioam III. Aqui fica o achado e, para terminar, uma fotografia actual do velho porto de Stade.



Post de HMJ

domingo, 26 de agosto de 2012

"Made in Germany"



Só recentemente fiquei a saber que a expressão "Made in Germany" remonta ao ano de 1887, mais precisamente à publicação de uma lei inglesa. Com a "Merchandise Act", os produtores britânicos pretendiam acabar com os produtos contrafeitos, de origem alemã e de má qualidade, que invadiam o mercado inglês. Na altura, a Inglaterra tinha uma indústria muito desenvolvida e impunha-se pelo seu elevado nível de qualidade, enquanto a alemã, em comparação, se encontrava num patamar de subdesenvolvimento. O artigo publicado, hoje, no jornal Der Spiegel, a quem devo o esclarecimento, adianta também que os industriais alemães enviavam, com frequência, "espiões" em "viagem de estudo" para a Inglaterra a fim de copiarem os processos de produção de uma forma atrevida. 
O que não se esperava, aconteceu. A imposição da identificação dos produtos alemães com a marca "Made in Germany" levou a uma viragem inesperada. O que dantes era sinónimo de "cópias" baratas passou, em pouco tempo, a representar produtos de qualidade. 
De facto, em pequena, achava estranho uma marcação, em língua estrangeira, de produtos que faziam parte do meu universo, como mostra a foto acima, e dos quais não resisto a aduzir algumas imagens e observações.


Aqui está a marca "Steiff" dos meus bonecos de peluche de que, infelizmente, só restam 3 ou 4.

Aprendi a escrever com lápis e, na 4ª classe, passei a ter uma caneta de tinta permanente Pelikan, que ainda hoje tenho. O professor, com razão para mim, não autorizava o uso da esferográfica, porque "torna a letra feia", dizia ele. O meu material de escrita preferido continua a ser o lápis e prefiro os moles (HB ou B) aos duros (H) e não resisto a comprá-los em quantidade para não se esgotar o "stock" em casa.


Os vestidos das netas surgiram das mãos habilidosas da avó, usando uma máquina de costura "Pfaff". Mais tarde, na escola, também aprendi a costurar com a mesma marca de máquinas, ainda com pedal, como se usava na altura. 
Por fim, não podia deixar de reproduzir a imagem que, em qualquer casa da aldeia, enfeitava o quarto de banho ou o toucador.


Post de HMJ, dedicado a H.N. que tem enriquecido a minha colecção de canetas de tinta permanente