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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Expectativas


Nem sempre, e à primeira vista, o TLS me permite alimentar grandes expectativas de leituras. Mas o último (nº 6066), que ontem adquiri, abriu-me logo o apetite. A imediata empatia com a capa de Darren Smith e o nome de John Updike (1932-2009) despertaram-me a atenção. Talvez venha a ser o ponto de partida para eu ir reler o grande romancista norte-americano. Embora Claire Lowdon se precate, ao duvidar que os seus temas possam ainda agradar à juventude. A  abordagem, simultânea e comparada, com Bellow, Mailer e Roth não deixa de ter interesse, mas revelar alguns riscos.
Mas este TLS traz ainda artigos desenvolvidos focando as obras de Graham Greene (The Comedians), Virginia Woolf e Scott Fitzgerald, o que me permite supor vir a ter uma semana de boas leituras. Tudo autores que conheço razoavelmente e de que gosto, desde há muito.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Humor negro (12)


Um capa exemplar do TLS (nº 6050) sobre a vida e morte virtual, bem como os tiques e malefícios do nosso tempo ensimesmado, de circuitos fechados e cada vez mais estreitos de realidade...

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Memória (115)


Passou recentemente (18 de Julho) o segundo centenário da morte da célebre romancista inglesa Jane Austen (1775-1817), efeméride que os seus compatriotas celebraram e vão continuar a celebrar por todo este ano, de forma diversificada e abundante, através de inúmeras manifestações culturais.
Surpreende-me sempre, de modo positivo, este concentrado amor dos britânicos às suas coisas nacionais e às suas figuras de referência. Que lhes permite, ainda hoje, publicar trabalhos e estudos com novas perspectivas, por exemplo, sobre a obra de Shakespeare ou de Turner. Por cá, e em relação às nossas figuras gradas, há, creio, muito mais desinteresse e esquecimento...
Mas não é só a elite e comunidade académica que se debruça sobre Jane Austen. O último TLS (nº 5964) dedica-lhe cerca de 1/3 das páginas, com abordagens novas e originais à sua figura e obra. Até o director do jornal inglês (Stig Abell) não se priva, no editorial, de publicar a lista, por ordem de preferência, dos romances de Jane Austen de que mais gosta. O seu favorito é: Pride and Prejudice. Seguem-se:

Persuasion
Sense and Sensibility
Emma
Mansfield Park
Northanger Abbey.

E confessa que foi um trabalho difícil e penoso estabelecer a preferência, porque gosta de toda a obra da romancista...