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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Impromptu 65


Sobre esta dança de W. A. Mozart (1756-1791), intitulada La Portugaise, pouco ou quase nada consegui apurar. No catálogo mozartiano tem o número KV 609/4 e terá sido composta nos finais do século XVIII.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Impromptu (44)



Como se dirá kitsch, em russo?
E será que as matrioscas têm rodinhas nos pés?

terça-feira, 2 de abril de 2019

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Nietzsche e a Dança


A Dança, por que Friedrich Nietzsche (1844-1900) se interessou, despertou-lhe várias reflexões curiosas. Talvez a mais dogmática tenha sido: que se deveria considerar um dia perdido qualquer dia em que se não dançasse ao menos uma vez.
Menos assertiva e propícia a fácil consenso foi a observação judiciosa e óbvia de que "aqueles que são vistos a dançar, poderão ser considerados loucos por aquele que não consiga ouvir a música."
Sendo que esta afirmação poderá ter um conceito mais alargado de metáfora...

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Ensaio


Para o programa de amanhã, no Largo de S. Carlos, em Lisboa, encontrava-se, hoje, a Companhia Nacional de Bailado a ensaiar.

Aqui fica, para MR, um cheirinho a dança.

Post de HMJ

quinta-feira, 9 de junho de 2016

A par e passo 168


Pensemos numa pequena criança: esta criança traz em si um conjunto de possibilidades. Ao fim de alguns meses de vida, ela aprendeu, quase simultaneamente, a falar e a andar. Adquiriu, assim, dois tipos de competências. Isto é, possui agora duas espécies de possibilidades, cujas circunstâncias acidentais de cada instante fornecerão resposta às suas necessidades e imaginações diversas.
Tendo aprendido a utilizar as pernas, essa criança virá a descobrir que não só pode andar, mas também correr; e não somente andar e correr, mas ainda dançar. E isto é um grande acontecimento. Ela inventou e descobriu, ao mesmo tempo, uma espécie de utilidade de segunda ordem, para os seus membros inferiores, uma generalização da sua fórmula de movimento. Com efeito, enquanto a marcha é, em suma, uma actividade monótona e pouco especializada, esta nova forma de acção, a Dança, permite uma infinidade de criações, de variações e até de figuração.

Paul Valéry, in Variéte V (pgs. 148/9).

Nota: a pintura de P. Valéry, que encima o poste, é um auto-retrato.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Ritmos


Julgo que qualquer pessoa é capaz, ao vê-los evoluir, de distinguir a diferença entre um mau dançador e um bom bailarino. Leveza, elegância, entre outros aspectos, os separam. Mas também o ritmo.
Muitos de nós terão assistido a desgarradas. E admirado a capacidade e rapidez de resposta apropriada que os cantadores evidenciam, com maior ou menor imaginação. São os repentistas.
Na arte da poesia, também os há. O encadeamento dos versos e a justa medida saem-lhes naturalmente e com enorme facilidade. Estou-me a lembrar de António Botto ou de Pedro Homem de Melo. Os seus versos abrem-se escandidos e certos, na perfeição. Outro tanto não acontece, quase nunca, com os poemas de Jorge de Sena. Ou, se quisermos ir mais atrás, com a "frauta ruda" de Sá de Miranda. De forma não aprofundada, eu diria que há um ritmo natural e um ritmo trabalhado.
Como se, num caso, o bater do coração conduzisse à medida certa, e, na outra circunstância, houvesse uma original arritmia que só pela razão pudesse vir a ser corrigida, depois, nos versos.

quarta-feira, 9 de março de 2016

quarta-feira, 29 de abril de 2015

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Achar o fio à meada...


"Logo que se ouviram os sons alegres de «Danielo Cooper», tão parecidos com a dança russa do trepak..."
" - Sim, isto é que é «Danielo Cooper" - replicou Maria Dmitrievna..."
Estas palavras podemos encontrá-las, respectivamente, nas páginas 87 e 88 do romance "Guerra e Paz" (Inquérito, 1957), de Leão Tolstoi (1828-1910), na versão portuguesa de José Marinho. A busca a que procedi sobre esta dança, não me trouxe dados muito sólidos, e até o próprio nome aparece sob múltiplas siglas: Danilo Kupor, Daniel Cooper, Danila Cooper, para além da que foi escolhida pelo tradutor português.
Ao que parece, teria sido uma dança muito popular entre a aristocracia russa, no período das guerras napoleónicas (1803-1815), daí ser referida por Tolstoi. A música teria tido a sua origem numa antiga contradança inglesa, caracterizada por movimentos fáceis, mas rápidos, provindo o nome do compositor que a criou.
O vídeo é uma encenação moderna, russa, desta música e dança, mas dará para fazermos uma ideia de como seria executada, no tempo de "Guerra e Paz".

com envoi para MR.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Danças do período barroco


Para MR, e que me perdoe a voz algo pernóstica, por vezes, estridente da Senhora explicadora dos passos.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

quinta-feira, 9 de maio de 2013

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Riverdance - Irlanda

para MR, por variadíssimas razões.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Salterello


Salterello (ou Saltarello) é uma dança de origem italiana.