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quarta-feira, 19 de março de 2014

Desabafo (ou confidência)


Muitos filatelistas daltónicos deve haver pelo Brasil! : a quantidade de brasileiros (2 a 3, diariamente) que focam o poste "As cores, o daltonismo e a filatelia" (26/5/2011) - Evoé!, a minha solidariedade, porque sou um deles,  a  9/10, que é pouco.
Mas o meu cepticismo reage: olha que não!, devem ser donas de casa brasucas a querer pintar a casa, e andam, simples e burguesmente, a escolher as cores, por mostruário...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Aditamento ao poste: As cores, o daltonismo e a filatelia


Por questões de espaço, não incluí, no poste referido acima, a imagem do interior do mostruário das cores do catálogo Michel. Que, sendo mais extenso, é também mais exaustivo e minucioso. Vai agora, em imagem, uma página. O método germânico usa uma abertura pequena e circular para colocar, por baixo, o selo, para um cotejo mais facilitado e próximo.

para JAD, com Amizade.

As cores, o daltonismo e a filatelia


Para quem, como eu, "sofre" de um ligeiro daltonismo (1/10) que dificulta a identificação rigorosa das cores malva, lilás, violeta claro e outras intermédias, estes catálogos cromáticos são duplamente úteis. Mais ainda porque, filatelicamente, cada país dá um nome específico, e à sua maneira, a alguns tons ou variedades de cor dos selos postais, sobretudo clássicos. Por exemplo, o "prussian blue" dos ingleses que difere, quase imperceptivelmente ( pelo menos para mim), do "Preussisch blau" dos selos da Alemanha. Daí a importância e necessidade, para identificarmos a variedade de tom de uma peça filatélica, de compararmos, lado a lado, o exemplar em causa e a cor do mostruário cromático. Um dos catálogos, em imagem, é uma edição da empresa filatélica Stanley Gibbons (inglesa), o alemão é editado pela firma Michel, de Munique.