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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Decadência de um jornal

 

Desde a direcção do inefável arquitecto Fernandes, que o jornal Público tem vindo a piorar de qualidade. Já não é de referência, é apenas um diário vulgar, pouco diferente do "correio da manha" e outros pasquins que por aí abundam, bem merecedores da sargeta.
Também, depois de Vicente Jorge Silva (1945-2020), director e jornalista de grande qualidade, os directores que se lhe seguiram, pela sua mediocridade natural, só desajudaram ao produto...
Esta vulgaridade manifesta-se, entre outos aspectos, pela escolha negativa de fotos que prejudicam a imagem de pessoas que a direcção, pouco isenta, quer manifestamente sujar, de uma forma primária, inteligível embora para o vulgo rasteiro.
A imagem acima, publicada no Domingo (24/5), certamente com o beneplácito da direcção do jornal (D. Pontes) e sugerindo uma saudação nazi de um político conhecido, ilustra bem a "isenção" do critério que preside à mentalidade primária e suja desta gentinha.
Só quem for ingénuo é que pode pensar que a escolha da fotografia foi inocente e não propositada...

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Os caridosos, deliciosos eufemismos do jornal Público

 
Ora, citemos:

"Estamos neste lugar frágil e incerto em que já nada parece aguentar-se, nem o centro nem o topo da pirâmide. Ver Marcelo..."

David Pontes, pg. 10 do editorial do jornal Público de 6/12/2023.


"Politólogos defendem que o Presidente criou «ruído» e que o inquérito pode transformar-se numa «saliência negativa»."

Ana Bacelar Begonha, pg. 14.


quarta-feira, 25 de outubro de 2023

As palavras do dia (52)



Mais uma diligente e meticulosa proeza da justiça à portuguesa e seus inefáveis agentes - 12 anos!...