Era um tempo (explicação para os mais novos) em que os sentimentos se expressavam de uma forma um pouco dramática, mas sincera - no registo pessoano do termo. Vieram, depois, os anos 60, mais ligeiros, mais promíscuos, descomprometidos, experimentais... Depois os setentas, neo-renascentistas, recuperadores, mas apaixonantes com o 25 de Abril. Nos 80 voltou-se ao classicismo, a algum pragmatismo sólido, quase realista e sério. Há, depois, a perigosa curva dos quarenta, na minha geração ( e de que fala o Drummond). Agora, já não sei... "oliveira da eurídice", ms, não querem ajudar com um comentário?
Boa noite!
Há 1 hora