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domingo, 1 de dezembro de 2024

Filatelia CXXI


 

No Dia da Filatelia, aqui ficam em imagem, os 4 selos da primeira emissão portuguesa, de 1853, bem como uma carta que circulou de Elvas para Lisboa, em 1854. O selo de 50 réis de D. Maria II ostenta o carimbo numérico (48) de Angra (Açores). O selo de 100 réis é uma reimpressão de 1863, com goma.    

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Filatelia LXVIII : há 160 anos, o início


Treze anos depois da pioneira Inglaterra (1840), Portugal iniciava, a 1 de Julho de 1853, precisamente, a circulação dos primeiros selos postais que representavam, no centro e em relevo, a efígie, de perfil, da rainha D. Maria II. Nesse dia, foram postos à venda os selos das taxas de 5 e 25 réis, o primeiro usado nos portes de impressos e jornais, e o segundo para ser usado nas cartas. Mais tarde, seriam emitidos mais dois selos: de 50 e 100 réis. A série de 4 estampilhas circularia até completo esgotamento.
É destes primeiros 2 selos, emitidos há 160 anos, que damos imagem neste poste. Bem como de uma carta circulada, enviada de Elvas para Lisboa, um ano depois, em Agosto de 1854.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Filatelia XXI : D. Maria II




Há dúvidas sobre o dia exacto do nascimento do pintor inglês Thomas Lawrence, mas sabe-se em concreto que foi no ano de 1769, em Abril ou Maio. É um bom retratista, mas não me entusiasma particularmente. Terá feito um retrato de D. Maria II, "na frescura dos seus 12 anos" (A. H. de Oliveira Marques) que veio a inspirar Martins Barata no traço que imprimiu à emissão, em 1953, para celebrar o Centenário do Selo Postal Português, que começou a circular em 3 de Outubro. A emissão é, realmente, bonita. O quadro de Thomas Lawrence, retratando a raínha D. Maria II, no início da sua juventude, parece que se guarda no Banco de Portugal, mas não o posso garantir, com rigor e certeza. Na imagem, a série filatélica completa.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Filatelia XVI : Precursores


Chamam-se "Precursores" aos selos clássicos portugueses do Continente que tiveram curso nas Ilhas Adjacentes (Açores e Madeira), antes das ilhas terem selos próprios. O que só aconteceu a 1 de Janeiro de 1868, com a emissão de D. Luís, fita direita, não denteada, e a aposição, sobre selos do Continente, das sobrecargas: Açores ou Madeira. De 1853 a 1867, os precursores podem identificar-se, do ponto de vista da sua origem, apenas através dos carimbos numéricos que foram batidos sobre os selos. Respectivamente, assim:
48 - Angra do Heroísmo (Açores);
49 - Horta (Açores);
50 - Ponta Delgada (Açores);
51 - Funchal (Ilha da Madeira).
Em imagem, alguns percursores das emissões de D. Maria II, D. Pedro V e D. Luís.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Filatelia XIII : selos clássicos falsificados


Desde cedo que os selos clássicos portugueses mereceram a atenção dos falsificadores. Os internacionais mais conhecidos foram Sperati e Fournier, mas este último apenas reproduziu selos tipo Coroa para as colónias portuguesas. Que se distinguem, entre outros pormenores, pelas muito mais largas margens entre a moldura do desenho no selo e o denteado.
Por vezes, os carimbos eram também falsificados. É o caso dos dois selos, na 1ª linha da imagem, falsificados de D. Maria II ( de 5 e 50 reis), de impressão e reprodução grosseiras. Destes e do selo de D. Pedro V (2ª linha) não se conhecem os autores falsários.
Na 3ª linha da imagem podem ver-se três falsificações Fournier, do tipo Coroa, e da ex-colónia de S. Tomé e Príncipe, cuja reprodução, sendo boa, se denuncia pelas margens muito maiores do que as dos selos originais.
P. S.: para ms.