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terça-feira, 21 de julho de 2015

Norman Janes


Não tenho muito a dizer sobre o inglês Norman Janes (1892-1980), pintor, gravador e ilustrador de livros, tal como a sua mulher, Barbara Greg, até porque mal lhe conheço a biografia. A sua aprendizagem artística foi entrecortada pela guerra. Sei que gostava da beira-mar, que é um tema recorrente em toda a sua obra. E que eu aprecio, particularmente.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Uma gravura de Lisboa


Não creio que esta gravura, representando Lisboa, seja excessivamente conhecida. Terá sido executada por volta de 1619, e pertenceu ao Conde Magnus Gabriel de la Gardie (1622-1686). Em 1780, passou, em definitivo para o acervo da Biblioteca Real da Suécia.

terça-feira, 4 de março de 2014

Mais 1 gravura de Lisboa


A bela gravura de Lisboa, em imagem, executada (por cópia de uma anterior) pelo alemão Georg Matthäus Seutter (1678-1757), foi publicada em 1740, portanto antes do Terramoto.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

2 gravuras de Lisboa



São duas gravuras a talhe doce, ambas do século XVIII, com diferentes perspectivas sobre Lisboa e com vista do Tejo. A primeira é, no entanto, anterior ao terramoto; já a segunda é datada, ou foi impressa no ano de 1780, e retrata a actividade do cais.
Porque as acho bonitas, aqui ficam.

sábado, 7 de setembro de 2013

Retro (36)


Não seria bem o montar à estardiota (que Houaiss também regista como: estradiota), usado para as cavaleiras amazonas, em Portugal, se bem que o termo, inicialmente, fosse aplicado a cavaleiros albaneses (usariam saias?). Mas esta gravura de 1869 demonstra, à saciedade, que, mesmo montando de lado numa bicicleta, uma dama não perde nem a elegância, nem a compostura, pese embora a admiração labrega dos cavalheiros e o desatino do cão. Seja como for, a senhora devia ser uma pioneira destemida.
Infelizmente, as calças femininas só foram inventadas muitos anos mais tarde...

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Uma simples gravura


Sendo Haydn, como é, um dos meus compositores preferidos, quando vi esta gravura do início do séc. XIX, à venda, não lhe soube resistir, até porque não era cara. Foi executada (1817) oito anos depois da morte do compositor, provavelmente, com base num quadro (de C. Roesler?) e gravada por J. Hillemacher.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Impromptu


Sempre o achei um animal interessante. Não terá a elegância do cavalo, mas também não tem do boi, senão os cornos - acho eu. Dá pelo nome de uro, gnu ou boi-cavalo. E, como uro, aparece frequentemente nas palavras cruzadas portuguesas. A gravura (séc. XIX?) era barata e bonita e, por isso, não resisti a comprá-la, anteontem.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Fraquezas humanas


Francamente, não sei se ainda terei parede onde possa, condignamente, expôr esta curiosa gravura francesa do séc. XVIII. Recém-pousada, pelo alfarrabista, na mesa de exposição e venda, hoje, desde logo me tentou. Sobretudo pela expressão do rosto que permite, à imaginação, mil e uma interpretações possíveis...Perguntei o preço: era módico, possível para o meu bolso, nesta altura do mês. E não resisti a comprá-la...Tentarei, agora, ver, onde a posso colocar. Mas, desde já, a partilho, aqui no Blogue, com os meus amigos, seguidores e até anónimos visitantes ocasionais. Espero que gostem dela, tanto como eu gosto.
Em prol da completude, aqui fica a citação, em francês, que vem a seguir ao nome de Demócrito:

Joyeux Censeur, je m'aperçois
Que tu veux compter par tes doigts
Les extravagantes saillies
Les égaremens les folies,
Qui regnent parmy les humains;
Mais tous les efforts seront vains,
Aucun nombre n'y peut suffire;
Crois-moy, contente-toy d'en rire.