É normalmente breve a vida das revistas (literárias, artísticas...) em Portugal. A menos que tenham um mecenas, por trás (Colóquio, Gulbenkian). Ou algum patrocinador que tenha alguns bens de fortuna, para delapidar (O Tempo e o Modo, António Alçada Baptista).
Não sei se é o caso desta Granta, portuguesa, que é editada pela Tinta da China. E que tem boas colaborações, bem como cuidado aspecto gráfico. Em imagem, o número 3, saído recentemente (Maio 2019), que já folheei e me agradou. Ofereceram-ma, gentilmente. E só não a recomendo, porque ainda a não li.