Mostrar mensagens com a etiqueta Grão Vasco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Grão Vasco. Mostrar todas as mensagens

domingo, 14 de outubro de 2018

Mercearias Finas 134


É sempre triste, o primeiro sinal de um desamor.
Provavelmente, o vinho branco, e verde, que me acompanha há mais tempo é o Casal Garcia. Quanto ao tinto seguramente é o Grão Vasco, do Dão. Que integrou a carteira da Sogrape, nos últimos anos. Mudaram-lhe o rótulo, já por duas vezes, para pior. E, mais grave, para mim, trocaram no lote a casta Jaen, pelo Alfrocheiro. Da antiguidade, perdeu a raça e o ADN, desapareceu-lhe a elegância que caracterizava os vinhos do Dão. Mas eu lá o ia bebendo, para celebrar ao menos o passado.
Provei, neste Domingo, a colheita de 2016: é para esquecer.
Tem a rudeza áspera dos piores vinhos de Trás-os-Montes, que não do Douro, evidentemente. É deselegante, de todo. E, sendo do Dão (?), é dos piores vinhos tintos da região que bebi, ultimamente.
Mudem lá de enólogo, que é o que se faz, no futebol, quando os treinadores não são capazes!

sábado, 14 de maio de 2016

Sobre rótulos de vinho


Que atire a primeira pedra quem nunca comprou um vinho, influenciado pela beleza do grafismo do seu rótulo.
Porque há de tudo: bons vinhos servidos por um rótulo foleiro e maus vinhos, às vezes, com rótulos soberbos.
Dos portugueses são de lembrar os clássicos Barca Velha e Pêra-Manca, inalteráveis, há dezenas de anos. Um péssimo exemplo, é o Grão Vasco, em que foi substituído, do rótulo, o quadro S. Pedro, do pintor viseense homónimo, por um grafismo anódino e medíocre, sem qualquer imagem nem estilo. Este clássico do Dão, produzido pela Sogrape, bem merecia melhor tratamento e cuidado...
Deixo aqui 3 rótulos de vinhos estrangeiros, que nunca bebi. O Pétrus vem pela nobreza e é um néctar que eu, só com muita sorte, conseguirei um dia provar, porque é caríssimo. Aos outros dois, achei-lhes graça e engenho criativo.