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sexta-feira, 1 de julho de 2022

Do que fui lendo por aí... 51



De A Handful of Authors, de G. K. Chesterton (1874-1936), traduzo:

"... mantém-se o facto de que o herói (Sherlock Holmes) de Conan Doyle é provavelmente a única criação literária desde as personagens de Dickens que, na realidade, passaram para a vida e linguagem do povo, e se tornaram figuras tal como John Bull ou o Pai Natal..."

Gilbert Keith Chesterton, in An Anthology (pg. 184), Oxford University Press (1957).

terça-feira, 9 de março de 2021

Uma fotografia, de vez em quando... (145)

 


A ocupação de espaço, num negativo, é importante, ainda que possa parecer uma insolência humana. O inglês Howard Caster (1885-1959) ao retratar Gilbert K. Chesterton, ou o fotógrafo norte-americano Victor Skrebnesky (1929-2020) ao fixar a imponência corporal de Orson Welles, terão tido a noção da desmesura. Que podendo ser uma impertinência física, não deixa também de ser uma afirmação incontornável, no tempo.



quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Citações CCCLXIX


Todos os caminhos vão dar a Roma e é por isso que muita gente nunca lá vai.

Gilbert Keith Chesterton (1874-1936).

terça-feira, 1 de novembro de 2016

A propósito de uma encadernação, bonita


As encadernações são, com frequência, caras, e só muito raramente eu mandei encadernar livros. A última vez que o terei feito foi há mais de 15 anos. Justificava-se, porque a obra estava desencadernada e, não sendo muito valiosa, era um pouco rara. Mas também aprecio uma encadernação bem feita, e tenho algumas, bonitas, compradas usadas, em alfarrabistas.
É o caso da que aparece em imagem e que tem o ex-libris do  seu primitivo possuidor, o advogado Francisco de Mascarenhas Gentil (1906-1948).


Uma familiar, Isabel Maria Gentil (1912-1979), firmou também a sua posse manuscrita, em 1937, na folha de rosto desta obra menor de G. B. Chesterton (1874-1936), L'Auberge Volante (1936), em versão francesa. Não sendo uma edição preciosa, este romance deve ter agradado aos seus possuidores para o terem mandado encadernar em tão boas condições. E foi pelo esmero da apresentação que me tentou a compra do bonito volume.

Nota: julgo que o casal, referido acima, foram os pais de Helena Mª Vaz da Silva (1939-2002).

domingo, 16 de outubro de 2016

G. K. Chesterton e o turismo de massas


Seria muito interessante saber exactamente a razão por que uma pessoa inteligente - quero eu dizer, com qualquer tipo de inteligência - pode e deve frequentar paisagens e vistas turísticas. Imagine-se um grande autocarro aberto, cheio de turistas, dirigindo-se para o local do nascimento de Nelson ou para o sítio onde morreu Simon de Montfort - ambas as perspectivas me provocam calafrios na alma. E eu até poderia pormenorizar facilmente as razões da minha aversão por este tipo de turistas e pelas suas antiguidades - pelo menos, do meu ponto de vista. (...)

G. K. Chesterton (1874-1936), in Travel.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Um paradoxo de G. K. Chesterton


Os poetas não enlouquecem, mas os jogadores de xadrez, sim. Os matemáticos também enlouquecem, bem como os contabilistas; mas os artistas criativos, muito raramente. Não estou com isto, em nenhum sentido, e como se pode ver, a atacar a lógica: só estou a dizer que a lógica tem este perigo, e não a imaginação.

G. K. Chesterton (1874-1936), in Orthodoxy (1908).