quinta-feira, 18 de setembro de 2025
Do que fui lendo por aí... 71
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
O próximo
Emprestado pelo meu bom amigo H. N., de um autor de que partilhamos o gosto, este será o livro que se segue, na leitura. O título é todo um programa...
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
Civilização e barbárie, o seu a seu dono
domingo, 27 de agosto de 2023
Vai sempre a tempo...
quinta-feira, 28 de julho de 2022
As palavras do dia (47)
segunda-feira, 7 de junho de 2021
Da leitura 44
"É um segredo de polichinelo que os intelectuais em regime de clausura e os homens que passam a vida emparedados entre livros e textos podem experimentar com especial intensidade as seduções de propostas políticas violentas, sobretudo quando a violência poupa as suas próprias pessoas."
George Steiner (1929-2020), in Martin Heidegger, pg. 31.
domingo, 4 de abril de 2021
Quatro sublinhados de leitura, para reflexão alheia
Devo-o ao meu pai, porque, como escrevi em Depois de Babel, ele soube adivinhar que uma língua que se aprende é uma nova liberdade, uma língua nova, um cosmos e um mundo por si só, enfim, uma probabilidade de sobrevivência inestimável. (pg. 26)
Se não soubermos quem era Hipnos, se não tivermos a decência de pegar num bom dicionário de mitologia para o descobrirmos, nada nos será acessível de René Char, do seu papel, da sua luta pela vida e pela liberdade. (pg. 119)
A arte abstracta, a de Paul Klee, de Kandinsky, ilustra a queda da matéria no silêncio com o qual tem laços indissolúveis. Em terceiro lugar, diria que a temática do ruído, na cultura e na educação modernas me apaixona. A intrusão do ruído, a impossibilidade de encontrarmos espaços consagrados ao silêncio, tanto na nossa existência privada, como na vida pública ou na educação reservada às crianças, parece-me ser a poluição mais grave com que a cultura moderna se confronta. (pg. 138/9)
O universalismo não é portador de qualquer valor de tolerância ou de acolhimento. Traz consigo o seu próprio dogma. O supermercado não quer produtos locais, enlata uma cultura capitalista de exportação que o mundo inteiro terá de sofrer. (pg. 177)
George Steiner (1929-2020), in Quatro Entrevistas... (VS Editor, 2020).
quinta-feira, 18 de março de 2021
Recomendado : oitenta e nove
Limitados no tempo, pelas suas mortes, os meus dois interlocutores e ensaístas mais respeitados, E. M. Cioran (1911-1995) e George Steiner (1929-2020), resta-me apenas recolher os despojos ou acolher para leitura os seus textos inéditos (para mim), que vão aparecendo nas editoras. O mais recente foi este Quatro Entrevistas com George Steiner (VS Editor, 2020) feitas pelo persa Ramin Jahanbegloo (1956).
Que recomendo vivamente.
sábado, 11 de abril de 2020
Do que fui lendo por aí... 36
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
Steiner
quarta-feira, 22 de maio de 2019
A cultura do placebo
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
A pausa final, antes do silêncio?
Que, este ano, faltou à chamada...