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domingo, 6 de julho de 2025

Mercearias Finas 210

 


Calhou termos de ir ao mercado, de manhã, buscar uma garoupa que estava encomendada, para o almoço. A banca da Ângela estava repleta de bom peixe, onde imperavam uns bonitos salmonetes. Mas havia também peixe-espada nas suas duas variedades: branco e preto. Que me foi sugerido e declinei: "Temos o frigorífico cheio, já não cabe mais nada!"
E depois acrescentei: "Não como peixe-espada desde os anos 70. Saturei." Explicando que, em Coimbra, tinha as refeições contratadas ao mês, por 600$00 e, por causa dos preços, tive que gramar carapaus e peixe-espada branco, 3 a 4 vezes por semana, porque eram peixes mais baratos. De carapau ainda recuperei, agora de peixe-espada bastou. Para nunca mais!


A nossa garoupa a caminho do forno...
E, como hoje é o Dia Nacional do Vinho, irá ser acompanhada por um Alvarinho Deu La Deu 2024.

sábado, 8 de fevereiro de 2025

Divagações 202



O nacional-porreirista mor do nosso reino (vulgo MEC) escreve hoje no Fugas, do jornal Público, que chorou por uma garoupa - triste e patético. Vê-se mesmo que nunca provou, na sua vida redonda e oportunista de plumitivo chocho, um bom rodovalho grelhado.
Mas compreendo. Todo o ser humano se esgota, todo o cronista acaba por se repetir. A imaginação tem limites. De tanto escrever, o MEC já chegou, há muito, ao fim do seu prazo de validade. Pelo menos, desde a altura em que fez a remake do romance da coxinha (telenovela radiofónica antiga), a propósito das maleitas da sua cara metade. O gorducho incontinente devia ter aprendido a parar com as suas banalidades pindéricas e já insuportáveis de infantilidade crónica.