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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Lembrete 77



Integrada na colecção sob o título Ciência & Conhecimento, o jornal Público faz-se acompanhar, hoje, da edição fac-similada de Colóquio dos Simples, e..., de Garcia de Orta (1501?-1568), ao imbatível preço de 6,90 euros. Louvável iniciativa que, aqui, lembramos com destaque.

sábado, 26 de julho de 2014

Citações CLXXXIX


As 3 citações, que vão seguir-se, foram retiradas da obra Elucidário de conhecimentos inúteis (Edições Salamandra, 1991?), de Roby Amorim, de que constituíam tripla epígrafe. Vêm em boa sequência do poste com o poema de Auden. E seguem:

"Na palavra verdadeiramente dita (...) existe a verdade primitiva, que é a origem de tal palavra, e logo, se desta Origem, é certo que, de idioma e de translacção em translacção, ou de participação em participação, iríamos dar na língua primitiva, da qual, diz a Eucarístia Santa, e infalível, «Omne enim, quod vocavit Adam animae viventis, ipsem est nomem e jus.»
Tratado da Ciência Cabala
D. Francisco Manuel

Perguntando a Lao Tseu o que pensava ser o mais urgente a construir, logo o sábio respondeu sem hesitar: «É encontrar o verdadeiro sentido das palavras».
Do Pensamento Chinês

«Saber é dizer o que é.»
Garcia de Orta.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Apontamentos 14: A peça que faltava


Na sequência do post, publicado, hoje, no ARPOSE, sobre "Os defensores do Templo" faltava uma peça que se revelou essencial, i.e., o texto de Vasco Graça Moura, em formato electrónico, da edição de 12.6.2013 do Diário de Notícias.


Não é este o lugar, nem o momento oportuno, para esclarecer os leitores sobre a importância cultural da descoberta de variantes, ou estados de impressão, de textos dados à estampa no passado. Porque "versões" existem para todos os feitios. Apenas julgo saber que não existem "versões" para a identidade das pessoas. E, ao que consta, não se poderá confundir Garcia de Orta, autor dos Colóquios dos simples (...), com Garcia de Resende, e por três vezes (!).
Quanto à confusão de VGM sobre a identidade de Garcia de Resende, volto a insistir numa máxima pessoal: "nem toda a criação tem o selo da inocência".

Post de HMJ

Os defensores do Templo


No passado dia 10 de Junho, e na BNP que abriu propositadamente para o efeito, o Prof. Dr. João Alves Dias deu-nos notícia da existência, muito fundamentada, de uma nova versão do primeiro poema impresso de Luís de Camões, incluído no Colóquio dos Simples e Drogas da Índia, de Garcia de Orta, editado pela vez primeira em Goa, no ano de 1563. A comunicação do Investigador serviu de bom prefácio à exposição que a BNP inaugurou. Tive o grato prazer de assistir.
Hoje, no DN, Vasco da Graça Moura saíu-lhe à estocada, pelo feito.
Camões sempre teve os seus Sumo-sacerdotes que, mal ou bem, lhe defenderam o Templo. Refira-se que os bons pastos são poucos e muitos os pastores...
Quando Jorge de Sena, nos anos 60, começou a estudar Camões, o Sumo-sacerdote Pimpão, saíu-lhe ao caminho de cajado em punho, verberando-lhe a ousadia. E tentou fazer-lhe a vida negra, até no Brasil.
Entre a generosa inclusão de Hernâni Cidade e a usura exclusiva de Costa Pimpão, vão dezenas e dezenas de páginas, e  a obra camoniana tem dado para tudo, pela sua grandeza.
O mesmo vai acontecendo com a pessoana da arca sem fundo. Também aqui há alguns Sumo-sacerdotes.