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sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Mercearias Finas 164

 


Nos almoços natalícios, pensando no que nos espera à Consoada, no Cozido de Bacalhau da praxe, há que usar de parcimónia nos preparos. E, por isso, tentaram-me os gigantescos Camarões Tigre que a Leonor tinha na banca do Mercado, ao lado dos linguados médios, bonitos, que estavam a 17 euros o quilo. Leonor perguntou à filha, Tânia, o preço de que já não se lembrava. Escapou-se-me um chiça! desbocado, quando ouvi : 42 euros, pronunciados pela Tânia. Leonor riu-se da minha reacção. E lá vieram, humildemente, 18 gambas maneirinhas, a 14 euros o quilo; e que hão-de merecer um Alvarinho de Monção, no almoço de 24.



domingo, 11 de outubro de 2020

Mercearias Finas 162

 


No Alentejo, há duas cooperativas que me merecem particular respeito: a de Borba, de que frequento tintos e brancos desde 1972 e a de Vidigueira e Alvito em que privilegio o estreme Antão Vaz, que quase todos os anos sai bem. Esta casta atina mais facilmente lotada. Porque em anos de canícula, sozinha em garrafa, ganha, às vezes, uma untuosidade quase enjoativa que me não agrada. 

Neste fim-de-semana dei-me conta, e antes que viesse o Outono puro e duro, que não nos tinhamos ainda iniciado numas Gambas grelhadas, que HMJ faz tão bem. Felizmente que a Leonor tinha a banca bem abastecida e ressalve-se, a benefício de inventário, que os carapaus tinham voltado ao preço comedido, depois de umas semanas em alta inexplicável. Vieram umas quantas gambas, entretanto! Óptimas.

Que já foram, ontem. Com o monocasta Antão Vaz de 2019, magnífico e fresco, a 13,5º.