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terça-feira, 22 de agosto de 2023

Sinal dos tempos



Em vez do cristalino e singular cantar de galo, temos agora o rouco e antipático crocitar de múltiplas gaivotas, em volta dos contentores do lixo, para nos acordar de manhã.
Longe vai o tempo de Alexandre O'Neill (1924-1986) em que, poeticamente, uma dessas aves, hoje horrorosas, lhe "trazia o céu de Lisboa..."

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Adagiário CCLXXIV


Galo que fora de horas canta, faca na garganta.



Aviso: o nomadismo previsto, próximo-futuro, vai obrigar ao hibernar involuntário do Arpose, nos próximos dias de Janeiro. Até ao nosso regresso! E um óptimo 2018, para todos!