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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Da pintura e da paisagem



Quando a bátega forte, mas breve, se abateu sobre nós, já tínhamos passado pelo lago, por onde circulavam, livres, patos e garnisés de cores vibrantes, em volta. Também ladeamos o insólito, mas digno  busto do Inca Garcilaso de la Vega (1539-1616) que lá está, à sombra das árvores, e que eu descobri, um dia, surpreso, aqui há mais de dez anos, quando passeava no Campo Mártires da Pátria. Mas eu não fora ao Largo para rever esse dotado renascentista de dois mundos e de linhagens nobres, em estátua...




Fôramos simplesmente ver a exposição de Pedro Chorão (1945) na Galeria Monumental.
E, ao contrário do que li sobre a mostra, há um novo caminho embora em sequência da penúltima exposição, mas em ruptura com a anterior e última exibida na Sá da Costa, recentemente.
Evocarei desta, hoje, os azúis, não tanto clarinhos ou quase translúcidos dos anos 80/90, mas uns azúis densos e fortes de agora que, aliados aos rosas, pareciam procurar agarrar a alegria.
Depois há a competência da idade, na pintura. Falamos por exemplo de Matisse ou Picasso. Saber que não acompanha os poetas, normalmente. Seres muito mais breves no seu exercício...

domingo, 8 de janeiro de 2023

Exposição de Pintura



No próximo dia 12 de Janeiro de 2023 inaugura-se, na Galeria Monumental (Campo Mártires da Pátria, 101, Lisboa), uma exposição do pintor Pedro Chorão (1945) sob o título Paisagem Continuada. A mostra decorrerá até 25 de Fevereiro próximo. 

domingo, 18 de outubro de 2020

Quadros de uma exposição

É sabido que o título deste poste não tem nada de original, e pertence a uma das obras musicais mais célebres do compositor russo Modest P. Mussorgsky (1839-1881). Mas serve também para sublinhar o maravilhoso conjunto de uma exposição de pintura de Pedro Chorão (1945), na Galeria Monumental, e que encerra a 31 do presente mês de Outubro.


Com o sub-título de E la nave va, esta mostra O Princípio da Paisagem, na cumplicidade de Federico  Fellini (1920-1993) e lembrando o seu filme de 1983, convoca a ficcionada ilha de Erimo bem como o majestático funeral da diva Edmea Tetua, mas também uma fresca alegria marítima que os azúis, marca de água do Pintor, raramente abandonaram. É para esse regresso às coisas simples de que se faz a alegria e a beleza, que eu gostaria de convidar quem as ame.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020