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domingo, 4 de agosto de 2024

Desabafo (90)

 
As paisagens foleiras, com que o Google costuma abrir, para mim, fazem o supino do kitsch dos postais turísticos que por aí se vendem nas lojas de souvenirs, em todo o mundo.
Mas há quem goste muito e fique embevecido a olhar estas vulgaridades.

segunda-feira, 29 de julho de 2024

Teorias

 
Se é da elementar teoria das grandes e até das médias superfícies que os primeiros 15 metros, após a entrada no estabelecimento, ainda não vendem, também se costumam arrumar os produtos mais procurados o mais possível longe do acesso, para obrigar os clientes às tentações do "circuito". As mudanças na disposição dos artigos também costumam sofrer cíclicas alterações de local, para surpreender os fregueses ou, na mudança de gerentes, sendo que estes caloiros querem mostrar, ingenuamente, aos seus superiores que estão a trabalhar...
Noto no Google, uma mentalidade semelhante. Agora, por exemplo, mudaram o esquema-impresso padrão para os comentários. Estes funcionariozecos marcanos, que devem ter calos na cabeça, curiosamente, nunca simplificam as coisas nas mudanças. Só complicam e dificultam mais ainda os trabalhos dos utentes.

segunda-feira, 22 de abril de 2024

Incomodidades


A iconografia tem sido importante aqui no Arpose ao longo destes 15 anos de exercício, para mim, e nos mais de uma dezena de milhar de postes registados. Na sua elaboração também se têm vencido muitas contrariedades, algumas pela persistência habilidosa de HJM, outras por simples acaso ou sorte minha. É provável que alguns dos problemas surgidos se devam à minha inoperância ou falta de conhecimentos tecnológicos, mas outros dos obstáculos estou certo que são provocados pelo Google e outras eminências monopolistas marcanas que, muitas das vezes, em vez de facilitar as operações, ao fazer alterações fúteis ou inúteis, só dificultam as tarefas do blogue aos utentes...
Desta vez, recente, a inserção de imagens, nos postes que faço, deixou de funcionar, informando sistemáticamente : "Falha no upload // Servidor rejeitado". Só consigo acrescentar iconografia com a ajuda trabalhosa de HMJ. E nem sempre. Por isso é provável que, para de futuro, o Arpose só muito esporadicamente venha a ter iconografia a acompanhar os textos. Aqui fica o aviso.

sexta-feira, 8 de março de 2024

Desabafo (86)

 
O nível estético das imagens, sobretudo de paisagens - que os desenhos são simplesmente pueris - do Google (a abrir programas) lembra-me o dos postais turísticos bonitinhos e parolos de 3ª classe, que se vendem por aí.
God bless America!

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

As torpezas e complicações do Google

 


É sabido, da minha parte, que, de cada vez que o Google se actualiza e altera programas, isso só serve para complicar as tarefas a que já estávamos habituados a usar no Blogue. Dizem que é para maior privacidade e segurança, mas nós sabemos bem o valor que os inefáveis marcanos atribuem a isso...
Destas últimas alterações, o Google, em sua plena burrice infantil, consegiu pôr fora HMJ de poder comentar no Arpose com a sua própria sigla, e obrigou-me a refazer o Gmail pessoal, além de ter que, para recomentar num meu poste, reescrever a minha sigla (APS), de cada vez, que o faça.
E isto para quê? Só para dificultar, na prática. Imagino que estes yuppies retardados mentais do Google devem ter imensos calos na cabeça, para conseguirem produzir tantas e semelhantes burrices.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

As insólitas, improváveis visitas



Ora veio-me o Google, de madrugada (eram 1h11), e  do Boulevard homónimo, em Las Vegas, frente a um cartaz publicitário de um tal Joe Lombardo (quem sabe se não será ainda primo do nosso Berardo?!), visitar o Arpose. Talvez para se desenfastiar ou distrair de azares ao jogo, nalgum dos muitos casinos de Nevada. 
( Em muitos destes casos, pergunto-me por que razão os pais não têm a caridade e clarividência mínima de crismar os apelidos foleiros e ridículos dos inocentes neófitos. Posso admitir é que estes norte-americanos, tal como o Chomsky, não sejam poliglotas...)

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Notas avulsas, mas a propósito do exercício e actividade do Arpose



Ao longo destes quase 13 anos de actividade do Arpose fui chegando à conclusão prática que as cíclicas actualizações dos terratenentes marcanos da internet (Google, Youtube e comandita...) nunca são para facilitar o seu uso e simplicidade, mas para complicar e dificultar o seu exercício aos utentes.
Entretanto, quanto ao respeito pela privacidade dos utilizadores, que os ditos marcanos são pródigos em afirmar cumprir, estamos conversados... Só no meu gmail recebi neste último dia informações e tentativas de vendas de produtos da Endesa, da Time Out, do Continente e da TV5 Monde. Quem lhes deu a palavra-passe para o meu email? Eu não fui, certamente... Alguém lhas vendeu, nessa abjecta promiscuidade de proxenetas. 
Finalmente, há dias, tive uma linda circular mecânica do Youtube a informar que, a partir de finais de Novembro de 2022, para facilitar, eu teria que me registar para aceder ao dito. Disse que não queria, responderam que não podiam expedir a mensagem da recusa...
Por isso é possível que, a partir dessa data, o Arpose deixe de incluir músicas nos seus postes. Já sabem porquê.

quarta-feira, 15 de junho de 2022

Desabafo (68)

É com particular emoção que todos os dias vejo algumas instituições da Net proclamar  solene e acrisoladamente o desvelo com que se preocupam com a nossa privacidade e segurança. Ele é o Google, o pimp do Zuckerberg marcano (cujo rosto me lembra sempre aqueles franquenesteins foleiros dos filmes do Ed Wood), ele é o Youtube, o Gmail e toda essa tropa fandanga que nos visita e nós visitamos, às vezes.

É tudo no entanto uma floresta de enganos e de farisaísmo. Ainda hoje, na minha caixa de Gmail, sem que eu desse o meu código ou password me apareceram mensagens de publicidade das seguintes marcas:

- Worten
- Meo com Visão
- Google Ads
- italki
- CUF
- Galp Solar.

Não me dirão como é que estas toupeiras chegaram ao meu email?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Puerilidades


O Google continua a usar iconografia infantil para ilustrar as suas efemérides, aos utentes. No caso vertente de hoje com uns bonecos tipo desenhos animados para anunciar o início dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022. Das duas uma, ou acha que se está a dirigir só às criancinhas ou então o departamento gráfico do Google é composto por elementos com uma idade mental muitíssimo jovem... 
A ver se crescem!

sexta-feira, 19 de março de 2021

Desabafo (62)

Não sei se alguma vez repararam que a iconografia do Google para anunciar acontecimentos ou efemérides é, normalmente, de péssima qualidade ou de falta absoluta de estética - atentem, por exemplo, nos bisegres mal enjorcados que os designers (?) da empresa usaram para anunciar, hoje, o dia do Pai!... Piores que a maioria dos grafitis que conspurcam as nossas ruas, com a caridosa complacência dos democratas da cultura.

É que das duas uma: ou os "artistas" do Google são todos pobres tolos desta aldeia global ou pensam que os utilizadores do Google são todos eles atrasados infantis e mentais. 

domingo, 27 de setembro de 2020

Ideias fixas 58


O Google, na sua enormidade ditatorial e pacóvia, quando decide celebrar um aniversário (neste caso e hoje, os seus 22 anos de criação) costuma usar, de abertura com o logotipo, uma iconografia pindérica. Não consegui é perceber ainda se os seus designers são de menoridade e qualidade infantil ou se considera todos os seus clientes como crianças ou mentecaptos apoucados...

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Ineficácia e caprichos marcanos - aviso à navegação


Por sua alta recreação, desde ontem, o Google deixou de permitir incluir imagens nos postes do Arpose. Não será caso único, pois, pelo menos, um outro Blogue, hoje, se queixa do mesmo. Assim vai o mundo que está sob o império marcano...
Ineficiência, mau serviço e birras de uma empresa que parece seguir, por contágio, o destrambelhamento mental que norteia o ogre que preside aos destinos do seu país. Deus bless América!, mai-los seus desmandos infantis e desordenados.

terça-feira, 30 de julho de 2019

Desabafo (47)


Já sabemos como o Google é popularucho. Mas, ao menos, podia ter o sentido das proporções.
Por motivos futuros e objectivos, quis ter uma perspectiva visual da obra do pintor caldense José Malhoa (1855-1933). Usei, assim, o motor de busca. Resultado: por cada quadro que vi do Pintor, tive que suportar, bem à vontade, cerca de 10 fotos de um cantor pimba nacional, que usa o mesmo nome...
Irra!

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A estultícia humana e a inteligência artificial


E já que falei de algoritmos, no poste anterior, em sequência gostaria de dar conta de uma das últimas search words que veio desaguar, estupidamente, ao Arpose.
A (?) cibernauta, muito provavelmente brasuca, prolífica em palavras e desleixada, escreveu ao Google, assim: "eu quero ver o casamento de Fabíola Aguiar do programa de bolo de Maceió".
E o motor de busca, na sua proficiente infalibilidade mecânica, mandou-a dar uma volta por todos os postes do Arpose do mês de Dezembro de 2015...
Juntou-se, deste modo, a fome com a vontade de comer. Ou a palermice com a estupidez.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Impromptu (35)


O bing, sempre é mais directo e rude que o Google. Este último, mesmo que o cibernauta digite umas search words apalermadas, arranja sempre sugestões, igualmente estúpidas e histriónicas, para o encaminhar. O bing, não, é seco, sério, directo e conclusivo.
Um destes dias, um daqueles cibernautas despassarados, que pululam voando ligeiros pela net, e que pairava nas imediações do Arpose, apelou ao motor de busca, literariamente, através das seguintes search words: o que foi o cultismo e o competisismo.
O bing, seco e taxativo, disse-lhe apenas que não existia nada sobre este assunto. O bing não brinca em serviço, nem divaga, perdulariamente. Mesmo que sobre o conceptismo...

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

As palavras do dia (32)


"... E o Google ensina-nos que a democracia digital se baseia em filtros e algoritmos que permitem deduzir a opinião da maioria e empurrar para zonas invisíveis o que é minoritário. ..."

António Guerreiro, in O monstro cibernético (jornal Público, de 24/11/2017).


Comentário pessoal: ao Poder interessa sobretudo padronizar, para melhor arrebanhar os carneirinhos.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Como tornar-se iletrado e analfabeto em curso intensivo do Google e quejandos, na Net

Quando reabro, aqui no Arpose, o recentemente postado vídeo dos R. E. M. (At my most beautiful) surge-me, quase invariavelmente, logo no primeiro minuto da audição, ao fundo, um rectângulo impertinente e publicitário. De algum modo, já estou habituado, porque os marcanos aproveitam tudo para ganhar dinheiro...
Mas desta vez, excederam-se. O título é exemplar: Problemas De Próstrata - assim mesmo! E o resto do anúncio não destoa deste português reles, inicial.
Deve ser, em linguagem de ervilhaca, de que falava Camões, na sua carta da Índia, algum remédio para tratar dos Prós... Está muito bem.
E não pensem que isto tem a ver com o A. O.. Quando muito, é mais uma das traduções hilariantes do inefável Google, em conúbio foleiro com o Youtube. Para ganhar dinheiro, sem olhar a meios.

domingo, 5 de junho de 2016

Bancos de imagens e motores de busca


Já se sabe, o Pinterest é o pimp de serviço...
Mas, mal de nós, se temos de procurar iconografia através dos motores de busca da internet!
Em matéria de imagens, o Bing é de uma indigência atroz. O Yahoo! (como o próprio ponto de admiração indicia) é foleiro e pobrete. Escapa o Google, embora com excesso de palha para alimentar convenientemente a carneirada, algoritmos a mais e apoucado de clarividência.
Valha-nos a biblioteca  de cada um!, que melhor corresponde à exigência de cada qual...

sábado, 30 de janeiro de 2016

Divagações 107


Tem vindo o Google, muito recentemente, a propor sob o seu logotipo figuras e acontecimentos, dia após dia, à memória e à devoção dos seus utilizadores. Nesse seu tique, muito regionalista e provinciano, de que o que é bom para a América, é bom para o mundo... Na minha grande ignorância, uma boa parte desses episódios e figuras célebres, não os conheço de lado nenhum. Em última instância, deixam-me indiferente, ou melhor, não mexem sequer um milímetro com a minha emoção e sensibilidade. Hoje, é proposta à devoção, pelo Google, uma vaga pintora Amrita Sher-Gil (1913-1941), filha de pai indiano e mãe húngara, judia.
Assim se passa também com acontecimentos históricos que não vivemos e de que não tomámos parte, ou até mesmo que ocorreram longe de nós, como se de outro mundo se tratasse, ao terem acontecido. Bem como a dilação no tempo provoca o distanciamento emocional e a frieza do conhecimento, sobre eles. Posso, por herança cívica e transmissão histórica, passar aos meus filhos a minha experiência sobre o 25 de Abril, mas devo ter em conta que a sensação deles será quase nula. Ouvir-me-ão, apenas, afectuosamente, com alguma atenção. Grande parte destas coisas são pessoais e intransmissíveis.
A ténue emoção com que vivi a queda do Muro de Berlim, porque distante, é outro exemplo significativo do que acabei de dizer. Hoje, é apenas um dado histórico. Nem sequer aureolado da bondade de que se rodeou ou foi incensado pelos meios de comunicação. Pergunto-me, muitas vezes, se a Guerra Fria, com o seu equilíbrio de mentores e pastores, não era um tempo e um mundo muito mais  tranquilo e pacífico para os seres humanos. Como me questiono sobre a utilidade prática das Primaveras Árabes, a médio prazo, que os media tanto aplaudiram, acriticamente.
Vivência, emoção e conhecimento, tudo deve ser pesado ao milímetro. Com prudente e saudável cepticismo. É um mau princípio embarcar logo na corrente dominante.
Só a Música, a verdadeira música, escapa ao crivo da razão. E, aí, não há nada a fazer...

quinta-feira, 4 de junho de 2015

AO, na versão brasileira


Um íncola, provavelmente sertanejo, mas prolixo e assertivo, escreveu, hoje (e veio ter ao Arpose), assim ao Google, como as criancinhas ao Pai Natal, as search words seguintes: "bloque do roke um hmom morrel em alta felosedade como ficou a carra do braian o connor". Deve ter seguido, à risca, o AO, na sua versão brasuca.
No sentido de ordenarmos as tendências e as variantes, eu sugeria que o nosso PR dos cidadões se reunisse com o íncola brasileiro, de forma a encontrarem vias comuns, para nos entendermos, de uma vez por todas...