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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Os primeiros sinais vivos da manhã

 
Disse-o há muito, creio que em Fevereiro de 1979, que o primeiro movimento e som de fonte limpa da casa são as águas. Correntes. Agora e recentes, movem-se frenéticas uma ou duas mosquinhas (horrorosas) da fruta, sobretudo na cozinha. Vem depois o som aflautado, por volta das 6h30, do ladrar do estafermo do cãozito da vizinha, que nunca o ensinou a estar calado. Segue-se, ou não, a cãozoada em volta, em contraditório.
Mas, se assomar à varanda a leste, tenho uma consolação visual agradável, oriunda da grande colónia de melros da zona, que cedo começa a sua lida na busca de migalhas pelo chão. Nos seus passos nervosos, saltitantes e miúdos, até me podem brindar, se para aí estiverem virados, com o seu canto mavioso e lindo.

domingo, 1 de agosto de 2021

Contabilidade matinal



Na manhã, cedinho, na minha ida e volta ao Mercado, cruzei-me com 5 cães a passear os seus donos. Destes, apenas um levava máscara no rosto, mas, dos cães, 2 tinham o açaime posto. Parece que o PAN tem feito relativamente bem o seu trabalho de sapa, preventivo.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Comic Relief (127)


Para quem gostar de cães...

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Sobre as adivinhas


Na proposição de grande parte das adivinhas, há algo de malandrice, de enganador ou de elementos insólitos que têm por objectivo perturbar o espírito do adivinhador, afastando-o da solução acertada. Ou, pelo menos, dificultando-a. Outras vezes, a pergunta possui, no conjunto com a resposta, um ligeiro princípio de humor que provoca um leve sorriso, nos interlocutores. Não deixa de ser, no entanto, um bom exercício de ginástica mental.
Nos anos 30 do século passsado, circulou, com grande sucesso, nos Estados Unidos da América, uma interessante adivinha que passo a citar:
"Qual é a raça de cães mais nobre?
O cachorro-quente. Porque ele não morde a mão que o alimenta, mas alimenta a mão que lhe morde."
Perfeita adivinha! Melhor, creio que não podia ser...

domingo, 2 de agosto de 2015

Para uma antologia da "silly season"


I wish I were two dogs then I could play with me.

(de uma canção infantil inglesa)


ou:

Quem me dera ser dois cães, que assim eu podia brincar comigo.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Adagiário XXXIX : Cães


1. Cão velho, quando ladra dá conselho.
2. Quem com cães se deita, com pulgas se levanta.
3. O cão e o menino, vão para onde lhe fazem o miminho.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Os cavalos irlandeses e a crise


Durante os anos do período de crescimento económico fulgurante da Irlanda, milhares de irlandeses compraram cavalos. Não só porque, nalguns casos, traziam bom rendimento nas corridas de cavalos (muito populares no Eire), mas também porque eram um sinal exterior de estatuto social que outros queriam ostentar.
Em Novembro de 2010, contavam-se cerca de 20.000 cavalos abandonados pelos proprietários - por razões e dificuldades económicas. Ainda vagueiam pelos campos e na proximidade das cidades, se o frio do Inverno e a fome os não tiver feito sucumbir, entretanto.
Lembra-me um pouco, em Portugal, e talvez em menor proporção, o abandono dos cães por alturas do Verão, por parte dos seus donos, para poderem ir, tranquilamente, de férias...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010