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sexta-feira, 17 de março de 2023

Adagiário CCCXLIX



Março, marçagão; ora sol, ora focinho de cão. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Adagiário CCCXLIV



Não são as pulgas dos cães, que fazem miar os gatos.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Adagiário CCCVI


Cão lírico ladra à Lua, cão filósofo abocanha o melhor osso.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Passear as obrigações votivas


Os gatos, embora gostem de conservar as distâncias, não exigem muito dos seus donos. Bastam-se, domésticos, pelo interior das casas, e com alimentação pontual.
Mas também há famílias exigentes que não prescindem do seu passeio exterior, ao fim-de-semana. Motorizado ou pedestre, para apanhar ar.
Os cães, porém, obrigam, necessariamente, os seus donos a 3 ou 4 saídas, todos os dias, ao menos pelas suas necessidades básicas.
Quando vejo estes cães a passear os donos, lembro-me sempre de Dino Risi (1916-2008) e da sua "A Ultrapassagem", quando Gassman e Trintignant entram em Roma de carro, de manhã , e se cruzam com um passeante de cães. E Gassman grita, tonitruante: "Liberta-te, escravo, solta os cães!"*

* Como se segue, no vídeo.

Nota pessoal: as novas manipulações do Youtube obrigaram-me ao desdobramento do poste: em texto e vídeo, seguinte.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Adagiário CCLXXXII


Castigar a velha e espulgar o cão, duas doidices são.

terça-feira, 14 de março de 2017

As ligações perigosas


Suprimimos alguns episódios da sequência fotográfica, por redundantes, mas admitimos, com sinceridade, que o bicho era dócil e estava lá apenas para impor alguma seriedade e respeito, no acto oficial.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Um cão, na manhã agreste


É um cão triste (parece-me) e discreto, este que vejo algumas vezes, logo pela manhã, na rua outrabandista. Não se junta à alcateia de vadios ruidosos, que já vai em três, e que deambula, pelas ruas e praças, ladrando grosso.
O pequeno cão prefere o seu passeio solitário por recantos mais quietos, farejando o chão em busca de alimento. Vê-se que já teve melhores dias, por algum pêlo, ainda encaracolado, castanho claro, pela sua marcha discreta, por não ladrar. Não olha sequer para o alto, em direcção aos humanos, naquela habitual esperança votiva e canina de o virem a adoptar. Deve já ter desistido. Até dos carros se desvia só no último momento. E muito devagar.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Um gato à noite


Há já vários dias que um gato nos visita, de longe, e inferniza as noites, com o seu miar lamentoso e agudo, que mais parece um "choro" humano, desconsolado e pungente. Estará com cio, provavelmente, e nós temos que o ouvir durante algumas horas, estilhaçando o silêncio nocturno.
(Reparo na dificuldade que tive  para tentar "traduzir" ou dar a perceber, por palavras, o miar desagradável do bichano cioso. Até porque para a "voz" do gato temos apenas um verbo: miar - que me lembre. Enquanto para o cão temos, no mínimo, 4 alternativas: ladrar, ganir, uivar e latir. Provavelmente, sempre prestamos mais atenção aos cães do que aos gatos...)