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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Socorro !


Perante mais esta invasão de barracas, tapando todo o trabalho de abertura do espaço com vista para rio, só apetece gritar por socorro.

Numa zona onde existem, em cada esquina, casas, casinhas de comes e bebes e quejandos, era necessário obstruir os bancos com estes monos, espalhando o lixo pelo passeio nobre junto ao rio ?

De regresso a casa, só me lembrei que os responsáveis destes atentados ao bom gosto devem ser todos filhos do Barraqueiro.

Post de HMJ

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Apontamento 92: Novamente o ambiente e o direito ao silêncio

Não tenho nada contra programas de animação, desde que respeitem o direito dos cidadãos – a um emprego com condições de horários e que respeitem o silêncio e promovam a cultura.

Assim sendo, não me parece aceitável que qualquer animação ruidosa se enquadre no conceito de cultura.

Assistimos, pois, neste momento a uma “movida ruidosa”, certamente enquadrada na tal “venda nocturna”. Não entendo, portanto, por que motivo se tem de, com ruído, inquietar todo um conjunto de pessoas que procuram silêncio nocturno, com um “berreiro” a promover uma actividade essencialmente ECONÓMICA de promoção e venda de produtos.

O que parece saloio, i.e., a promoção, no Verão, de Festas Pimba, repete-se também neste momento na Capital. Meninas e Meninos a gritar para os microfones, para ver se alguém come ou bebe mais alguma coisa nas zonas, hoje, de Chiado até à Av. da Liberdade.

E o pacato cidadão tem que aturar mais este abuso? Não  será  possível introduzir limitadores de ruído? Deste modo, ouviam os que estão próximos do “ARRAIAL” e os restantes cidadãos também seriam respeitados no seu desejo e direito de silêncio.


Chega de animação de chinelo, disfarçada de acontecimento cultural !

Post de HMJ