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sábado, 2 de novembro de 2024

Mercearias Finas 204

 

Já as temperaturas convidam a pratos mais substanciais e, por isso, pedimos, ao almoço, uma Dobrada, que estava muito boa. E também os tintos vão ganhando aos brancos, na corrida...
Mas são as doçarias pré-natal que mais se manifestam, como pode ver-se pela imagem. E as broas castelar, já provadas, pelo recente fabrico e frescura, convidam e já se recomendam.



Quanto a sobremesas, só faltam por aqui os diospiros...

sábado, 31 de outubro de 2015

Regimes


Porque ontem iniciámos a saison do Bolo-rei, cá em casa, me dei a pensar na singularidade de, nas pastelarias antigas, ele se começar a fazer no feriado da República, 5 de Outubro. A produção intensifica-se na segunda quinzena de Dezembro, atingindo o paroxismo na noite de 23 para 24, em que os pasteleiros, muitas vezes, fazem uma directa, para que no estabelecimento não falte o bolo tradicional das festas natalícias, para todos os fregueses. Depois, e a partir de Janeiro, o fabrico vai diminuindo até cessar por alturas do Carnaval. Para recomeçar a nova época, cerca de 7 meses depois, em Outubro seguinte.
Ah! também já provámos as Broas Castelar. As que comemos, recomendam-se.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Mercearias Finas 91


Trinco a primeira broa castelar deste ano e vêm-me à memória as latas de cinco quilos com massa de batata doce que, modernamente, são usadas na sua manufactura industrial. O sabor da erva-doce, fundamental, tal como nas castanhas cozidas, surge também, feminino e tenro. As associações chegam, ainda que palidamente, até ao anis, de que me despedi, em definitivo, há muitos anos atrás, uma noite de Verão, em Santiago de Compostela. Os 50% do arábica e outro tanto de robusta, do café, combinam-se na boca com a macieza tenra das broas castelar.
Já me cheira a Natal...

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Produtos nacionais 13


A globalização ajuda muito à formatização dos países. Porque a miséria extrema já por cá vai existindo, parecida a alguns países terceiromundistas, embora mais envergonhada ou dissimulada. A grande riqueza, com ambições esclavagistas, também (temos 85 milionários impolutos que, proporcionalmente, à população, não é nada mau...); tias caridosas, lídimas sucessoras da Cilinha colonial, também, na "banalização do bem" - de que António Guerreiro fala hoje, de forma abstracta, na sua crónica do jornal Público.
Qualquer dia, teremos (ou não teremos já?) a cleptocracia angolana traduzida em osmose lusa...
Mas únicas, natalícias e tradicionais, temos as broas Castelar, com base de feitura na batata doce madeirense. E também as de Espécie, ou as broas da Beira. Para não falar das de milho, e sem açúcar. Nas doces, vou pelas Castelar que, com um cafèzinho bem tirado, me confortam, um bocado, desta globalização desenfreada pelos piores motivos.