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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Uma década


Olhando para trás, parece-me pouco mas, se memorizar a ocasião (noite de 11/11/2009), sei que muitas coisas ocorreram entretanto, por aqui e pelo mundo, algum (muito?) trabalho se foi fazendo no Arpose, sem muito alarde, sem muita estridência, paulatinamente, como Antonio Machado dizia...
Também criámos vivos contactos, enriquecedores diálogos, amáveis conversas. Até, nalguns casos, relações muito próximas da amizade. E também perdemos, nestes dez anos, alguns e algumas seguidoras e seguidores, que nos eram bastante chegados.
Dos Blogues que seguíamos, mais de metade ficaram pelo caminho. Ainda mais alguns arrastam uma existência residual ou moribunda, penosa de se ver e mais do que rara nas espaçadas aparições.
Nós, cá vamos andando, cada vez mais claudicantes, mas  já contando, nestes 10 anos, 10.925 postes (com este último) publicados.
Até quando?

P.S.: Ao S. Martinho, de hoje, invocativo, preferimos esta simpática coruja de Edward Lear..:-)

terça-feira, 26 de março de 2019

Clarificando


Se dantes, só a partir de Alcácer do Sal, eu começava a dar pela existência de ninhos de cegonhas, no alto dos campanários das igrejas ou de torres e árvores mais altas, agora eles aparecem, para meu contentamento, logo depois de passar o Tejo, em direcção ao Sul (creio que a Norte, também), nos postes de electricidade da REN, instalados pela empresa para facilitar a vida e a nidificação dessas grandes aves elegantes, que quase associo, por imaginação interior, a estranhas girafas aéreas...
Não sou um purista, mas na esteira exemplar dos nossos irmãos brasileiros, prefiro, a usar palavras estrangeiras, servir-me de um termo português, ou adoptar o estrangeirismo à nossa língua, para nomear as coisas, os actos, as actividades de todos os dias. Sinto-me assim mais em casa. Foi deste modo que, logo no início do Arpose, comecei a usar a palavra blogue, em vez do inglês blog. Em coerência do mesmo princípio, crismei de poste, cada novo registo que vou acrescentando, no blogue.
Há quem mantenha o anglicismo post, talvez por preguiça ou conservadorismo respeitador. Quem lhe prefira posta, de que eu não gosto, por me sugerir a posta (de carne) mirandesa. Enquanto que poste me lembra alguma coisa cravada no chão ou, por extensão imaginada, um poste de electricidade juncado de ninhos de cegonhas felizes e aéreas...

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Insólito


Se bem que eu tente acompanhar de perto as movimentações em torno e as visitas ao Arpose, foi por mero acaso que me dei conta, ontem, de que um poste recente ( Aditamento: ainda no rescaldo de leitura da correspondência de Camus / Casarès, de 6 de Fevereiro de 2019 ) tinha tido um número enorme e inesperado de visitantes - 643! Vindo a ocupar assim, num espaço relativamente curto de 9 dias, a décima posição no ranking das visualizações mais frequentadas no Blogue.
Não sei explicar a que se deve esta atracção tão insólita e improvável, sobretudo, pela intensidade.
Mas aqui fica registada, para que conste.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Divagações 137


Hesito em acrescentar o obituário do blogue, com mais um nome. As memórias são poucas, talvez de apenas dois filmes medianos, para a minha bitola. Falar por falar não faz o meu ideal. O enquadramento parece-me sempre essencial, num poste. Salvo quando se trata de música, de alguma citação suficiente, porventura. Ou, então, acrescentar ao título, alguma coisa de pessoal que exceda a menção corriqueira e a imagem previsível. É melhor ficar por aqui...
No fim de contas, não preciso de marcar o ponto nem a presença. A liberdade de um blogue passa por aqui.