Quando eu andava por fora, em actividade própria ou profissional, a ausência de um bloco na algibeira fazia-me quase tanta falta como o esquecimento do relógio, em casa. E, muitas vezes, acabava por comprar, num quiosque ou papelaria, um novo bloco de bolso, quadriculado ou de folhas em branco. Os moleskines ficavam, domesticamente, à espera de escritas mais sérias. Que os pequenos blocos notas destinavam-se a apontamentos ligeiros ou pequenos lembretes.
Foi assim que quando a reforma chegou, e a escrita era mais de interiores, se me deparou uma bem medida dezena de blocos dos mais variados feitios e marcas, alguns semi-usados, outros quase novos em bom estado. Na imagem de cima situam-se os dois maiores (16 por 9cm.), sendo que o verde é de origem francesa e o outro, com 64 páginas, é alemão, tendo-me custado 1,99 euros.
Os três pequenos blocos da segunda imagem são todos de origem nacional.