De uma forma geral, a clássica nomenklatura nacional reagiu, na net e redes sociais, incomodada ou despeitada (invejosa?, mas quem, inteiramente laico de espírito, quer ser cardeal, hoje em dia?). Eu próprio, me lembrei de Dantas, a propósito de Tolentino.
É evidente que não tenho nada contra ele. E a única vez que o vi, ao vivo, foi na Estefânia, a comprar Pastéis de Chaves numa loja gourmet. Se calhar, para levar para Roma e presentear Francisco e a sua cúria vaticana, altíssima e celestial.
Não muito diferente dum tal Martins que, mestrando na Aberta, nunca se esquecia de mimar as suas professoras, antes das aulas, com bolinhos doces, comprados amorosamente na Cister (ali, próxima), e com carinhosos vocábulos a acompanhar a oferenda. Foi assim que ele chegou a Real, na nossa pequenina república das letras. Lembre-se o povo: com papas e bolos...
Chegar a cardeal no enclave do Vaticano, sempre é outra louça - e desculpem-me a bisbilhotice pequena, porque ainda estamos na silly season. Ou assim parece...