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sábado, 9 de julho de 2011

O regresso das beldroegas


"...Os Pobres comem muito mal. (...) Comem grandes quantidade de Beldroegas e Beterrabas, Ervilhas e Feijões e servem-nos com Ovos cozidos por cima. ..." (Relação do Reino de Portugal - 1701). Isto li eu, há dias, no livro referido. Mas, de há cerca de um mês a esta parte, tem havido um número inusitado de visitas ao Arpose, que se dirigem, directamente, ao poste em que consta uma receita de sopa de Beldroegas ( de Maria de Lourdes Modesto).
Não me admira, as que temos nos vasos grandes da varanda a leste já despontaram, são visíveis, e estão a crescer. Dentro de um mês, dependendo da quantidade nascida, se poderão segar. E fazer uma sopa com elas. Portulacas ou Beldroegas, sejam bem-vindas! Pelos vistos estas pequenas ervas rasteiras são um hábito nativo gastronómico, pois a citação inicial, que fiz, data do início do séc. XVIII. Já lá vão mais de 300 anos... A comer sopa de Beldroegas, em Portugal.

domingo, 5 de setembro de 2010

Na varanda a leste, a portulaca


É simples, responde logo, pura na sua autenticidade, volta a crescer mal a cortam. Renova-se, inunda, alegra. Não espera que a animem, a acariciem, lhe digam que gostam dela. Rompe, corajosa no seu destino de florir. Mas nós gostamos muito da portulaca ou, de forma a corresponder à sua simplicidade, da beldroega. Que nos acompanha, na varanda a leste.

P.S.: para MR.