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quinta-feira, 31 de março de 2016

Desabafo (11)


Tenho visto, num propósito cívico de melhor me documentar para poder ter opinião, no Canal Parlamento, as audições sobre o caso Banif. Pareceu-me assistir a um remake do que foram os espectáculos do BPN, BES, embora com diferentes actores, sendo os diálogos semelhantes, com abundante utilização estrangeirada do economês. Num ponto, os testemunhos parecem coincidir: estava tudo bem nesses bancos, até à intervenção superior de... Ou seja, sempre a bondade da ficção virtual económico-financeira, a perturbar o happy-end do melodrama, na versão destes CEO's e gestores do argumento. Mal ou bem, pacientes ou algo irritados, os deputados lá vão fazendo o seu trabalho. E chegam a conclusões nos relatórios.
Entretanto, soberana e minudente, a montanha da Justiça à portuguesa ainda não pariu nenhum rato. E o caso BPN já quase começou há 10 anos... Não seria de pedir contas a estes juízinhos sonolentos e preguiçosos, ou complacentes? Estarão à espera que os actores morram para mandar arquivar os processos?

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Desabafo (9)


Assim diz o ditado: De Espanha, nem bom vento nem bom casamento...
Lá nos livrámos do Banif, para o Santander. Mas por que preço!
E o resultado das eleições espanholas são um autêntico molho de brócolos.




quarta-feira, 30 de abril de 2014

Historinhas


Era uma vez, aqui há muitos anos atrás, em que uma carcaça, honesta e bem cozida, custava,  numa padaria modesta, Esc. $50, enquanto uma acção, na Bolsa de Lisboa, de uma companhia, que se prezasse de o ser, custava, no mínimo, Esc. 1.000$00.
Era essa a proporção divina e economicamente saudável entre o mercado alimentar e o mercado financeiro. Hoje, uma carcaça custa, em padarias (que continuam a ser) honestas, entre 0,11 e 0,12 Cêntimos (do Euro), mas uma acção, por exemplo, do Banif, na Bolsa de Lisboa, pode ser adquirida por 0,01 cêntimo (do Euro). Não seria meritório que estes papéis desamparassem a Bolsa (ou PSI-20), para sempre? Bem como outros que tais...