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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Cromos 25 : Bandeiras do Universo



Será este o último poste desta rubrica sobre cromos. A menos que, de algum canto obscuro e improvável, venha a surgir mais alguma caderneta de colecção esquecida -  o que, de momento, julgo praticamente impossível de acontecer.
A simbologia nacional, ou até regional, tem uma atracção muito própria, na infância e adolescência. Já George Steiner, em Errata: revisões de uma vida, fala disso, a propósito de um tio (Rudi) que lhe trouxe de Salzeburgo, como presente, quando ele era pequeno, um livrinho colorido com os brasões da cidade "e feudos circundantes". E que lhe provocou um fascínio muito especial.
Esta colecção de cromos era uma das minhas preferidas. Tenho-a completa, nos seus 128 cromos sugestivos. É dos finais dos anos 50, editada pela Agência Portuguesa de Revistas. A caderneta custava Esc. 4$00 e os últimos 30 números em falta podiam pedir-se para a APR, mediante o pagamento de Esc. 5$00.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Cromos 4 : Bandeiras e Brasões



É uma colecção incompleta, de grafismo muito primitivo e muito "castigada" pelo tempo. A caderneta já não tem capas, os cromos estão colados toscamente, as páginas estão com manchas de humidade e as cores das bandeiras estão esmaecidas. Terá sido das minhas primeiras colecções e deve datar de finais dos anos 40, ou pouco depois. Esta colecção de bandeiras era interessante porque agregava, também, os escudos (brasões) de cada país. Era composta de 192 cromos. E do número 159 até ao final ( 34 cromos, portanto), trazia os brasões das cidades portuguesas da Metrópole. A sequência era desordenada, começando por Lisboa que, na altura e segundo o texto, teria 740.000 habitantes. Acabava com a cidade de Tavira (30.000 habitantes). Os cromos, que vinham com pequenos rebuçados, a que chamávamos caramelos, custavam 10 centavos, cada um.