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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Era uma vez um escudo...



Aqui ficam as imagens para matar saudades.
Pois, a partir de 28 de Fevereiro de 2022, o Banco de Portugal deixa de  reconhecer os escudos como valor. E de os trocar por euros multinacionais.
Estas notas vou conservá-las, como se costuma dizer, para memória futura.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Desfaçatez


Há a modéstia da inteligência, mas também o ornear dos cromos. A discrição dos sábios, no seu silêncio dourado, e os gargantas do império que, mesmo depois de asneiras sucessivas, continuam a ser uns fala-barato, incontinentes e despudorados.
O povo tem, para isto, um ditado caridoso: Quem não sabe, ensina.

domingo, 3 de agosto de 2014

Desabafos


Tenho de confessar que a sanha persecutória, durante anos, do sr. Louçã contra o sr. Salgado, às vezes me incomodava por uma insistência que eu achava exagerada, nos seus termos.
Tenho de dizer que, antes de ser nomeado para altos cargos no Banco de Portugal, eu não conhecia o sr. Costa, de lado nenhum. Nem dele tinha ouvido falar, apesar de comprar o jornal todos os dias. E o ler.
Tenho de concluir que sou um ignorante, ou um ingénuo. E, mesmo assim, atrevo-me a prever que a declaração do sr. Costa, logo, às 22h30, nas televisões e sobre o momentoso caso BES, será rodeada de dramatismo, pompa e circunstância, solenes...
Antes que seja tarde, expliquem-me, por favor, quem é esse tal sr. Moedas, que vai para Bruxelas!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Os anjos e os arcanjos


O descalabro, sem fim à vista, do grupo BES permite ver, claramente e à saciedade, a ineficácia e cegueira, para não dizer presunção asnática de economistas gurus, de comentadores dos media, e dos orgãos de fiscalização, nacionais e estrangeiros. Do Banco de Portugal do sr. Costa à Troika, passando pelos opinadores televisivos, ninguém terá previsto, metereologicamente, a tempestade...
Esse facto é o melhor atestado de incompetência total dessas entidades angelicais. E, estou convencido, que o tonsurado Bento, que agora preside à instituição, se meteu numa camisa de onze varas. E nem o amigo de Belém lhe vai valer, porque o vago economista que por lá anda, também já demonstrou que pouco percebe do assunto. É como o Jesus Cristo, de Pessoa: "não sabia nada de finanças, nem consta que tivesse biblioteca..."

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Será o BdP uma "off-shore"?


Considero uma injustiça gritante e uma falta de sensibilidade social o corte parcial, no ano que passou, do subsídio de Natal a uma larga fatia de trabalhadores e reformados portugueses. Penso o mesmo em relação ao corte do subsídio de férias e de Natal, em 2012, sobretudo porque, entretanto e por exemplo o Governo aumentou o número de administradores na CGD (de 7 para 11, creio), bem como arranjou mais 5 novos administradores para a EDP, talvez para pagar em mordomias a estes senhoritos, os serviços anteriormente prestados por eles, aos partidos no Poder.
Mas há mais. Vem, hoje, nos jornais que o Banco de Portugal, este ano, vai manter o pagamento dos subsídios de férias e de Natal aos seus empregados... Então não comem todos? Ou será que o Banco de Portugal também é uma "off-shore"?