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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Para aperitivar o almoço



Nós vamos no Bacalhau à Braz. Mas sem felinos por perto...

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Mercearias Finas 119


Do Braz, fulano provavelmente sulista, não ficou rasto no Bacalhau Dourado, a Norte. Mas, imprescindíveis em ambos, o peixe bem desfiado, a fresca salsa, a batata frita, em havendo paciência, palha, a cebola de fazer chorar e dois ou três dentes de alho, activos. Bom azeite é indispensável.
Porque era fim-de-semana e a posta de bacalhau não era muito generosa, HMJ decidiu enriquecer o Bacalhau à Braz com algumas gambas para lhe dar originalidade, sustância e um pouco mais de nobreza. Porque, eu próprio, em restaurantes a que vou, raramente é prato que escolha. E a razão é simples: em casa faço-o, normalmente, mais apetitoso e apaladado. E de bacalhau que não é das badanas, nem das pelangas mosqueadas...
Quanto a acompanhante, um Mula Velha, regional de Lisboa (Fernão Pires, Chardonnay, Arinto e Verdelho, que tiveram batonnage), que cumpriu a sua obrigação e se portou de feição domingueira.

P.S.: para ser justo, há que dizer que as frésias (na fotografia) lavaram o ar, com aroma divino...