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terça-feira, 15 de outubro de 2024

Desabafo (92)

 
A benefício do infractor, depois desta via sacra mediática, ainda havemos de ver o DDT maquilhado com a negra por baixo do olho direito, e o passo titubeante, a ser defendido por algumas catequistas e outras almas caridosas da nossa praça ingénua.

P. S. : já reparararam que, nos casos judiciais mais importantes, os nomes dos advogados são sempre os mesmos figurões bem falantes?! Fá-lo-ão por caridade cristã, compaixão ou amizade aos indiciados?

Em tempo: a primeira catequista (Pedro Adão e Silva) não se fez esperar (jornal Público de hoje [18/10/24], "O canário na mina de carvão"), para choramingar...

quarta-feira, 12 de abril de 2023

Os juízinhos portugueses


Os nossos inefáveis agentes de justiça (à portuguesa) vão dar início, agora, ao julgamento do caso, ocorrido na ilha da Madeira, da queda de uma árvore, em 2017, e que provocou vários mortos. São meticulosíssimos no seu trabalho estes nossos juízes e comandita...
Dentro da sua ociosidade, produtividade e profissionalismo incomparáveis, de quantos mais anos vão eles precisar para deixar prescrever o caso BES, o de Sócrates, Bava e Granadeiro e a grande maioria dos seus processos mais importantes?...

terça-feira, 18 de maio de 2021

O mercado e os merceeiros

 


É este o nível das bancas...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Telegramática, com 4 siglas


O PR terá ficado muitíssimo incomodado com uma carta recente de DDT, à C. P., em que este revela que terá tido uma reunião (Março de 2014?) com o primeiro, algum tempo antes do colapso do BES.
Percebe-se.

domingo, 3 de agosto de 2014

Desabafos


Tenho de confessar que a sanha persecutória, durante anos, do sr. Louçã contra o sr. Salgado, às vezes me incomodava por uma insistência que eu achava exagerada, nos seus termos.
Tenho de dizer que, antes de ser nomeado para altos cargos no Banco de Portugal, eu não conhecia o sr. Costa, de lado nenhum. Nem dele tinha ouvido falar, apesar de comprar o jornal todos os dias. E o ler.
Tenho de concluir que sou um ignorante, ou um ingénuo. E, mesmo assim, atrevo-me a prever que a declaração do sr. Costa, logo, às 22h30, nas televisões e sobre o momentoso caso BES, será rodeada de dramatismo, pompa e circunstância, solenes...
Antes que seja tarde, expliquem-me, por favor, quem é esse tal sr. Moedas, que vai para Bruxelas!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Os anjos e os arcanjos


O descalabro, sem fim à vista, do grupo BES permite ver, claramente e à saciedade, a ineficácia e cegueira, para não dizer presunção asnática de economistas gurus, de comentadores dos media, e dos orgãos de fiscalização, nacionais e estrangeiros. Do Banco de Portugal do sr. Costa à Troika, passando pelos opinadores televisivos, ninguém terá previsto, metereologicamente, a tempestade...
Esse facto é o melhor atestado de incompetência total dessas entidades angelicais. E, estou convencido, que o tonsurado Bento, que agora preside à instituição, se meteu numa camisa de onze varas. E nem o amigo de Belém lhe vai valer, porque o vago economista que por lá anda, também já demonstrou que pouco percebe do assunto. É como o Jesus Cristo, de Pessoa: "não sabia nada de finanças, nem consta que tivesse biblioteca..."

sábado, 26 de julho de 2014

De novo, as agências de ratos


Há muito que não falo, aqui no Arpose, das agências de ratos (rating agencies), que são uma espécie de organizações terroristas a soldo do capitalismo mais selvagem e que, segundo Paul Krugman, empregam um bando juvenil de cocainómanos e alcoólicos anónimos. Aparentemente, a racionalidade e a lógica dos factos não predomina nestes ratos da finança, mas eu suspeito que, no fundo, terão agendas escondidas com objectivos pré-determinados.
Ora, esta semana houve uma notícia que me surpreendeu. Então, não é que a Moody's nos subiu a nota de rating (muito embora ainda nos mantenha no lixo)?  Com as exportações a diminuir e as importações a aumentar, com o caso BES em desenvolvimento, com as anunciadas greves da TAP, isto é de doidos...  Ou talvez de drogados ou bêbados irrecuperáveis, que já nem conseguem raciocinar sobre a economia portuguesa.
(Na imagem, aparece o patrão da Moody's que, ao que parece, sofre de acne.) 

sábado, 12 de julho de 2014

Comparar o incomparável


Em matéria de emolumentos, eu creio que é possível (quase) meter no mesmo saco o CEO Granadeiro (pela PT, Oi!) e o seleccionador Scolari (pelo Brasil, Ui!). Mas também compará-los porque, nos últimos dias, ambos fizeram burricadas das grandes...
Será que algum deles irá ser despedido?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

As agências de ratos

Não tenhamos ilusões, não nos valerá de muito fazermos o trabalho de casa e que nos compete, reduzirmos a despesa de Estado, sermos alunos bem comportados e bons, aumentarmos a receita mesmo que à custa de tragédias sociais e humanas. Porque as agências de ratos (Moody's, Standard & Poor's, Fitch e outros Musaranhos) continuarão a baixar-nos a nota, como aqueles antigos e traumatizados professores sádicos que se compraziam em torturar e estender ao comprido, os alunos nervosos, nos exames. O seu ("Dos mal-humorados", dos "Chapa zero & do Pobre", do "Pêlo do Furão") objectivo é outro: fatiar a Europa e destruir o Euro.
Ou talvez nem tenham um objectivo tão preciso. Estes trintões que ganham muito bem (que, no dizer de Paul Krugman, são adictos ao álcool e à cocaína), não terão tido, certamente, infâncias felizes. Querem recuperar. E, agora já tarde, como meninos tontos e perversos, divertem-se a desmontar os seus brinquedos serôdios (Países vulneráveis) e a estragá-los, com prazer infantil.
Nem todos terão a coragem, com o risco inerente, que teve o BES, ao cortar-lhes a avença. Mas não entendo que os países vítimas destes ratos parasitas lhes continuem a pagar as sevícias com que são atingidos por estes parasitas. Há aqui um masoquismo que eu não consigo compreender. E é uma pena, que os "Indignados" europeus que fazem os seus aduares nas capitais europeias e assustam os Governos em dificuldade, não acampem antes junto das delegações das Agências de rating (que as há, na Europa) e façam umas "esperas" festivas a estes senhoritos sanguessugas. Umas pauladas ou bengaladas valentes nestes parasitas eram muitíssimo bem empregues. E mostrariam a criatividade da juventude europeia. Em vez da nulidade tonta das suas acções inúteis para os 2 minutos de fama na Tv.