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sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Pessoana



Provavelmente, Nicolas Barral (1966) é um bom conhecedor de assuntos portugueses, pois já em 2021 tinha produzido uma BD, em França, com o título Sur un air de Fado. Desta vez, o jornal Le Monde informa que saiu L'Intranquille Monsieur Pessoa, o que não deixa de ser uma boa notícia, para os apreciadores.

terça-feira, 24 de março de 2020

A. Uderzo (1927-2020)


Com 92 anos, faleceu hoje Albert Uderzo (1927-2020) que, com René Goscinny, foi autor da célebre BD, Asterix e Obelix, penúltima ( a última foi Corto Maltese, de Hugo Pratt) que li com prazer, já a entrar na idade adulta. Minha grata memória, por tudo o que me trouxe.


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Ideias fixas 51


Estas imagens, que me saltaram à vista, numa publicação periódica, deixaram-me positivamente indiferente, mas admito que possa haver quem se entusiasme com elas. Creio que há uma altura para tudo, até há um tempo para crescer de forma arrumada, na minha perspectiva. Em anos tenros, empanturrei-me de BD e Super-heróis, quero eu dizer: tive uma infância feliz...
Mais tarde, por dever e com humildade, reciclei-me acompanhando o amadurecer dos meus filhos, nestas leituras juvenis e filmes, até eles ganharem, com a idade, interesses outros mais maduros, como a mim já me tinha acontecido. Fiz essa camaradagem, com o sentido de missão humana e sem grande sacrifício pessoal. Mas, a partir daí, o copo transbordou, para sempre...
Já tenho a minha conta.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Leituras Antigas XLIV


Costumo dizer, por brincadeira e para os meus próximos, que, se não fosse a leitura semanal do TLS, eu ficaria isolado do mundo. É um exagero, evidentemente, mas tem alguma ponta de verdade.
Ora, a leitura do último jornal literário inglês, fez-me regressar aos meus tempos infanto-juvenis, em que um dos meus autores predilectos era Emilio Salgari (1862-1911). Este TLS deu-me a conhecer um pouco melhor o escritor italiano. Que eu li, sobretudo, em BD e não pelos livros da Romano Torres, muito populares nessa época.
Eram histórias sérias, de humor ausente, que, pelo contrário, enxameava no Asterix ou no Lucky Luke. Aureoladas de heroísmo e aventura, as peripécias de Sandokan, por exemplo, deviam ser lidas com compostura e seriedade adolescente. Tinham até, muitas vezes, uma preocupação ética ou moral - parece-me, ainda hoje.


Talvez Salgari fosse também um homem demasiado sério e de pendor trágico, pelo que lhe sobrou ou reservou a vida. O pai suicidou-se, a mulher acusou cedo perturbações psíquicas e ele refugiava-se na bebida e no jogo, para lá do trabalho insano da escrita que lhe dava, à justa, para sobreviver.
Antes dos 50 anos, cansou-se e fez o hara-kiri - soube tudo isto ontem, pelo TLS.






quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Descartáveis


Sabe-se que o amor não é eterno, sobretudo na vida real. E os impulsos ou paixões fulgurantes, ainda menos. O que amamos na infância ou na juventude raramente nos desperta o mesmo sentimento, na idade adulta. É natural e humano, que assim seja. Mas há algumas coisas, neste capítulo, que tenho dificuldade em aceitar e, muito menos, compreender.
É sabido, embora sibilino pelo menos para o PAN que é um partido particular e ruralmente correcto, que, pelo início das férias, algumas boas almas simples, por entre lágrimas insofridas, costumam libertar para a rua um ou outro animal de estimação, para poderem usufruir, mais tranquilamente, os seus tempos livres... É assim que, aqui, na zona outrabandista, vagueiam em liberdade e matilha 4 canídeos, um dos quais ainda ostenta  uma afectiva coleira de amor passado. Quanto a gatos, esses donos caritativos já abandonaram dois às delícias da liberdade. Quando os vejo, lembro-me sempre de Nicolau Tolentino e do seu exemplar soneto Deitando um cavalo à margem

No que a livros diz respeito, nunca pensei, porém, que na sua imobilidade discreta pudesse estorvar ou incomodar o espaço dos seus proprietários. Hoje, fiquei na dúvida. Talvez estorvem o espaço de alguma gentinha pragmática com ligeiras intenções do sempre em festa - e devem incomodar. Porque encontrei, matinalmente, junto aos contentores do lixo outrabandista, uma pequena e desorganizada biblioteca juvenil. Composta por 5 ou seis livros escolares, ainda impecáveis, e cerca de uma dezena  de álbuns de BD, abandonados.
Deixo, em imagem, dois testemunhos. E devo confessar que fiquei siderado. Foi o meu momento zen, do dia, talvez da semana de início da sempre beatífica e libertadora silly season!...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

BD (natalícia?)


Não sei se terá sido propositado, porque já estamos a duas semanas do Natal, mas a folha de BD de L'Obs., da última semana, é dedicada ao próximo nascimento do irmão de Esther... Aqui fica.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A infância do olfacto


Há muito que me afastei da BD, porque como dizia um poeta, creio que inglês, há um tempo para tudo. E se a consumi!...
As últimas bandas desenhadas que li, foram do Asterix e de Corto Maltese, com proveito ainda. Hoje em dia, semanalmente, cumpro a obrigação de a ler, na penúltima página de L'Obs que, presentemente, anda a publicar Les cahiers d'Esther, de Riad Sattouf. Tenho-o feito, sem grande entusiasmo. Mas, hoje, esta descrição dos caprichos olfactivos da pequena heroína, deixaram-me maravilhado. E reconciliado com o passado. 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Da emigração, da BD por terras de França, e Portugal


O jornal Le Monde, recentemente, deu destaque à saída de um novo livro (Les Equinoxes) de BD, de Cyril Pedrosa (1972), francês de origem portuguesa: o seu avô, português, emigrou para França, em 1936. É dessas origens, que Cyril Pedrosa visitou, que fala o seu livro Portugal, editado em 2011, e que teve algum sucesso em França. O vídeo exemplifica a forma como essa obra inicial de Cyril Pedrosa se foi desenvolvendo.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

BD portuguesa


A quem possa interessar, aqui fica a informação atempada, sobre esta mostra de Ricardo Cabral (1979?), na Casa da Cerca, em Almada.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

De "L'Obs.", a BD gaulesa


O que se vai bandadesenhando por França...

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Contos, descrença e leituras


Será que poderei anunciar o fim da minha ingenuidade ou início da minha descrença, em relação à ficção? E, aos contos, em particular. O meu primeiro abandono, em leituras, deu-se com a ficção científica, há muitos anos atrás, ao quinto ou sexto livro lido, desta temática - não gosto. Desertei da infanto-juvenil, quando o meu filho mais novo atingiu a adolescência. E, quase em simultâneo, da BD, onde apenas vim a ter uma recaida proveitosa com Hugo Pratt e o seu Corto Maltese. Não mais. O cinismo e o dogmatismo põem sempre alguns perigos, guardo-me deles, porque nunca se sabe se podemos vir atrás. Mas já Afonso Duarte (1884-1958) avisava: "...Voltar atrás é uma falta de saúde..."
Acontece que, por desfastio, nos últimos 3 dias, me dediquei à leitura de curtas narrativas de ficção. Contos, quero eu dizer. Comecei por Maupassant (Guy de): reli O adereço, depois li Uma "vendetta" que, quanto a trama imaginativa, são soberbos. Mas os assuntos são datados, os sentimentos das personagens, obsoletos, hoje em dia. Já não colam ao leitor.
Depois, patrioticamente, fui aos nacionais. Afonso Ribeiro (1911-1993), com Uma luz nas trevas, deixou-me descalço de piedade e simpatia, pela sua caridadezinha neo-realista. Alves Redol (1911-1969) acordou-me um pouco com O combóio das seis, pelo seu realismo e diálogos movimentados de subúrbios fabris, bem sugestivos. Mas o final do conto (deus meu!) estraga tudo. Finalizei com Aquilino Ribeiro (1885-1963), de que reli: António das Arábias e seu cão Pilatas, que, no seu pendor cinegético e rural, me reconciliou um pouco com a boa literatura nacional; mas que não chegou para me entusiasmar (fiz batota em duas ou três páginas, de intensidade mais onírica, quase no final), por aí além.
Terei de chegar à conclusão que já me vai faltando aquela supension of desbelief - de que falava S. T.  Coleridge - e que caracteriza os leitores com fé? Com boa fé - melhor dizendo. Talvez.
Mas dou-me por feliz, ao pensar que há muitos livros de História, Poesia, Biografias e Ensaio, que nunca li...

domingo, 9 de junho de 2013

Miscelânea de um domingo sombrio


Os tempos cinzentos, na sua acepção mais integral, têm aguçado o engenho e humor dos portugueses, nestes últimos dois anos de desgoverno e empobrecimento. Valha-nos, ao menos, isso! A não ser assim, era só choro e ranger de dentes. Ainda hoje vi, no placard de entrada do meu prédio, um daqueles formatados, reconhecíveis e sugestivamente ameaçadores envelopes das Finanças, para ser devolvido, a quem alguém acrescentou, a caneta de feltro azul, a seguinte indicação manuscrita, para o carteiro: "Já não mora aqui! Está em Cabo Verde - vive em paz!..."
Quando vejo alguma coisa desproporcionada para a idade de quem a pratica, costumo pensar ou, até, dizer: "- Eu tive uma infância feliz!" Querendo com isso significar que brinquei com os brinquedos próprios, na idade certa (ou, pelo menos, tive essa sorte). Mas também li os livros infantis, na infância, e vi os filmes de Disney, quando era criança. Hoje, não tenho pachorra para os voltar a ver. Mas admito e compreendo que ainda haja adultos que delirem com BD, ou gostem de ver, pela enésima vez, o "Música no Coração" ou "A Gata Borralheira".
Eu próprio não estarei isento de tentações. E entusiasmei-me recentemente por um Pedómetro, oferecido por um bom Amigo, no meu aniversário. Colocado à cintura, o aparelhómetro, depois de regulado, permite-me saber, com precisão, ao fim do dia, as calorias que gastei, os quilómetros que percorri a pé, e os passos que dei. É um brinquedo fabuloso! Mesmo agora, às 9h58, constato, surpreendido como uma criança maravilhada, que já dei 1.179 passos. É obra!...

domingo, 4 de março de 2012

Leituras Antigas XLII : Cavaleiro Andante





Era uma espécie de Benfica/Sporting, porque quem comprava o "Mundo de Aventuras" (1949-1987), não comprava o "Cavaleiro Andante" (1952-1962): os orçamentos familiares eram limitados... E as revistas de BD eram semanais. O meu preferido foi sempre o "Cavaleiro Andante", que saía ao sábado e, inicialmente, custava Esc. 1$80. Tenho exemplares seguidos desde o nº 28 (12/7/1952) ao nº 241, de 11 de Agosto de 1956, que já custava Esc. 2$00. Dirigida por Adolfo Simões Müller (1909-1989), a revista tinha um grafismo de excelente qualidade, para a época, e bem caracterizado. Fernando Bento, Stuart, José Manuel Soares, Vitor Péon, eram alguns dos mais conhecidos ilustradores. Müller e Artur Varatojo, dois dos autores de textos que eram, normalmente, pedagógicos.
Ainda hoje teria dificuldade em escolher as histórias que mais me empolgaram e de que mais gostava, mas terei de referir, à cabeça: "Beau Geste", adaptado por Fernando Bento, do livro de Percival Christopher, e "O Mistério da Grande Pirâmide", com Blake e Mortimer, de Edgar Pierre Jacobs. Mas, também, "O Tesouro de Valverde", Tim-Tim, "Quo Vadis", ou a adaptação de "Ala dos Namorados", de Campos Júnior, feita por Artur Varatojo, com belíssimas ilustrações de José Manuel Soares. O "Cavaleiro Andante" era um mundo de aventuras, inesquecível na memória.

Nota: este será, provavelmente, o último poste da rubrica "Leituras Antigas", no Arpose. Fechei-o, para mim, com chave de ouro - como se deve fazer com os sonetos...

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Retro (5) : Brasil (3)




É, seguramente, a mais antiga revista de BD brasileira, em meu poder. Tem data de Abril de 1932 e não me lembro de como me veio parar às mãos: foi-me oferecida, provavelmente. O papel, já um pouco pardo, é de inferior qualidade e os desenhos, quase todos, um pouco rudimentares. Mas a revista tem um aspecto ingénuo e naïf, encantador. "O Tico-Tico" custava $500 réis no Rio de Janeiro, e $600 no restante território brasileiro. Muitos anúncios, da mais diversa índole, passatempos, muita banda desenhada primitiva, verso e prosa, também. E notícias mundanas, como havia nos jornais portugueses de província, ainda não há muito tempo. Ficamos a conhecer, por "O Tico-Tico" nº 1.386, os meninos Antoninho e José, do Rio de Janeiro, e as Marias, todas filhas do Sr. José Cavalcanti, de Olinda. E ficamos também a saber que o "travesso" menino Jayme, filho do Dr. Américo de Oliveira, fez 2 aninhos a 2 de Abril de 1932. Se for vivo, terá hoje 81 anos... 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Leituras Antigas XXXIX : "Flecha"



Iniciada a sua publicação em 28 de Outubro de 1954, a revista de BD "Flecha" saía às quintas feiras e era de criação inteiramente nacional. Tinha como director literário Roussado Pinto, e era pertença da Fomento de Publicações, Lda., sediada na Rua Capelo, 26, 2º, em Lisboa.
Inicialmente, tinha apenas 8 páginas mas, tendo sido um sucesso de vendas, a partir do nº 25 (?), passou a 16. Histórias do Faroeste, Ficção científica, Policiais, mas também textos inspirados na História de Portugal, eram os seus temas preferenciais.
Os primeiros números vendiam-se, semanalmente, a Esc. $70 mas, com o dobro das páginas, passou a custar Esc. 1$00.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

BD em aniversário : O Gato Félix


Iniciou a sua carreira no cinema mudo, em 9 de Novembro de 1916, ainda com o nome de Master Tom, na curta-metragem "Feline Follies" da Paramount, mas rapidamente veio a ser conhecido como Felix the Cat, ou Gato Félix, em língua portuguesa. O seu criador terá sido Otto Messmer, mas os direitos autorais foram adquiridos pelo australiano Pat Sullivan. Com o advento do cinema sonoro o Gato Félix perdeu notoriedade e transferiu-se para a BD, e tiras de jornais.  Na imagem, reproduz-se uma página de O Tico-Tico, de 1932, revista editada no Brasil, com o Gato Félix como protagonista.

Para o JAD, por várias razões.

domingo, 29 de maio de 2011

Leituras Antigas XXXIII : A Família Marvel


Em finais dos anos 40, princípio dos 50, do século XX, a difusão de revistas brasileiras de banda desenhada, em Portugal, era já muito significativa. Predominavam o "Gibi", "Biriba" e o "Globo Juvenil" normal e mensal. Os heróis principais da BD eram: Don Winslow, Chico Foguete, Dick Tracy, Joe Sopapo, Tocha Humana... Mas os meus favoritos eram, sem dúvida, os elementos da Família Marvel (Capitão Marvel, Mary Marvel e Marvel Júnior), pessoas normais que, ao pronunciar a palavra mágica "Shazam!", se transformavam em super-humanos, conseguiam voar e lutavam contra o Mal, a favor do Bem. A revista de BD brasileira, de que se mostram 2 páginas, era o "Globo Juvenil Mensal", de Julho de 1948. A editora, que a publicava, tinha a sede social na Rua Bethencourt da Silva, 21, 1º andar, no Rio de Janeiro (Brasil). Tinha como director, Roberto Marinho, o Gerente dava pelo nome de Henrique Tavares, e a secretária: Djalma Sampaio. Cada número da revista custava Cr$ 2,00.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Leituras Antigas XXX : Colecção Condor



Dentro da vasta gama de revistas de banda desenhada, editadas pela Agência Portuguesa de Revistas, com histórias completas, a "Colecção Condor" foi das mais populares. De tal forma, que chegou a ter uma irmã mais nova : a "Condor Popular" que era mais pequena, em formato, e mais barata. Custava apenas Esc. 1$00. Ambas se publicaram em meados dos anos 50 do século passado. Eu era um fervoroso admirador da Condor normal e, sobretudo, dos fascículos consagrados a Mandrake e ao seu africano ajudante, Lotário. A "Colecção Condor" tinha publicação semanal e custava Esc. 2$50. Creio que a BD de Mandrake era de autoria de Lee Falk, nos textos, e com desenhos de Phil Davis, no original.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Efemérides


Georges Prosper Rémi (1907-1983), nascido na Bélgica, e mais conhecido pelo nome de Hergé, foi o criador duma das mais conhecidas figuras europeias da BD: Tim-Tim. O pequeno herói teve o seu nascimento, aos quadradinhos, em 10 de Janeiro de 1929. E longa vida, quase até à morte do seu inspirado criador.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Leituras Antigas XXIV : Colecção Álbum Gigante (brasileiro)



Estas revistas brasileiras da colecção Álbum Gigante, aos quadradinhos ou de BD, eram uma espécie de complemento à Edição Maravilhosa (Leituras Antigas XI), na intenção de tornar acessíveis à juventude, e de forma simplificada, algumas obras de ficção universais.
Tenho apenas 4 números. O primeiro que possuo é de 1956 (nº11) e custava 7,00 cruzeiros. Quadrinizava o romance brasileiro "Amôres de um Médico", da autoria de Joaquim Manuel de Macedo, nascido a 24 de Junho de 1820, na vila de Itaboraí, próxima do Rio de Janeiro. O último que tenho é de Alexandre Dumas e reproduz-se na imagem. Já custava (Abril de 1959) 10,00 cruzeiros. A publicação dos Álbum Gigante deve-se à Editora Brasil-América, do Rio de Janeiro. Os desenhos das capas são, como na Edição Maravilhosa, da autoria de António Euzébio.