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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Pela IC 19


Quem diria, pela manhã, a noite que se pôs.
Pareciam sucessivas, assimétricas e desordenadas bandeiras do Brasil, pelas bermas da estrada, de Lisboa a Sintra, os milhares de azedas que recamavam, generosas e alacres, o verde tenro dos campos.
Olho sempre Queluz, com bonomia e gratidão. E, depois, o Fernando tinha para nos oferecer umas postinhas de sável frito com uma magnífica açorda de ovas, que estava daqui!...
Saímos reconfortados com a vida, esquecidos das asperezas do mundo. Até parecia que tínhamos acabado de visitar a Primavera. As azedas vieram connosco.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Brancas e amarelas



O sol frágil e anémico no céu azul pálido, não permite, ainda, cores mais fortes e violentas, com a ajuda, que foi pródiga, da chuva. Os campos estão ensopados, e verdes. Mas proliferam as íris, as azedas despontam e outras pequenas flores humildes que oscilam, tímidas, entre o branco e o amarelo. É uma pequena e clara aleluia simples da Natureza, para quem se aperceba.