O que mais me enterneceu nas notícias sobre o episódio do faroeste escolar ocorrido em Azambuja foi a delicadeza democrática das pinças com que os jornalistas lusos trataram a criancinha de 12 anos, que já estava a ser acompanhada por um psicólogo, embora não informassem se este profissional também usava colete à prova de bala. Nada disseram porém sobre os inefáveis pais da criatura agressora nem sobre as vítimas feridas e hospitalizadas.
No atelier III (ou recanto de atelier)
Há 8 horas