Mostrar mensagens com a etiqueta Austeridade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Austeridade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Apontamento 65: Cidadania


Uma informação objectiva sobre os problemas que a Europa enfrenta, tomando como ponto de partida a Grécia e a política de austeridade como inevitabilidade, não tem sido tarefa fácil. A contra-informação, designadamente na imprensa alemã, é poderosíssima. No entanto, há algumas honrosas excepções, razão pela qual tenho andado a ler, frequentemente, o semanário DIE ZEIT.

Nestas leituras, a última descoberta foi o vídeo cuja audição aconselho, vivamente, sublinhando que dei os 90 minutos por bem empregues:



e termino com uma saudação fraterna a todos aqueles que se empenham numa reorientação da Europa para os seus valores fundamentais. 

Post de HMJ

sábado, 13 de outubro de 2012

Exercício para a austeridade, ou...


...a lagosta dos pobres.

com agradecimentos a C. S..

sexta-feira, 11 de março de 2011

Os cândidos "Bottons" róseos portugueses

No preciso dia em que o cidadão comum é informado de mais medidas de austeridade, assistimos a uma invulgar prestação do senhor em epígrafe cujas declarações públicas não desmerecem o sentido último das palavras de sabedoria do Senhor Presidente da República que, no seu discurso de tomada de posse, arrasava aqueles que, teimosamente, pretendem continuar a viver num país "virtual".
Sucede, portanto, que o Sr. Dr. Filipe de Botton, invocando a sua condição de investidor privado na REN, acha ofensivo declarar ao Tribunal Constitucional os seus rendimentos. De facto, os tais "1200 euros mensais" que recebe enquanto Administrador não Executivo da REN serão, certamente, trocos desprezíveis num país virtual.
No entanto, a falta de lógica e despudor na argumentação de defesa do referido senhor são duplamente chocantes, o que me obrigou a mais um dever cívico.
Ora, sendo o referido senhor investidor privado da Logoenergia na REN, pergunta-se a que título recebe uma remuneração mensal, embora "desprezível", de um cargo não executivo em que joga em causa própria. É no mínimo ilógico.
Os "desprezíveis" 1200,00 euros mensais, invocados para se demitir do cargo de administrador não executivo pela correspondente obrigação de apresentar a declaração de rendimento, não são, no país real, trocos de somenos importância como todos sabemos, e não vale a pena sublinhar o valor actual do ordenado mínimo, etc.
Teria sido também este o país virtual, de despudor ético e cívico, a que se referia so Senhor Presidente da República ao discursar, no dia de tomada de posse, na Assembleia de República ?
Post de HMJ