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sábado, 8 de agosto de 2020

Filatelia CXXXVIII


No último epsódio da série Columbo, que a televisão está a retransmitir através da RTP-Memória, alguém perguntava a alguém se sabia qual era a primeira actriz de cinema que aparecera em selos do correio. E esse alguém, no episódio, respondia que fora Grace Kelly (1929-1982).
Claro que não fora como actriz, mas sim como princesa do Mónaco, ao casar-se com Rainier, em 1956, que Grace ganhara o privilégio de constar  na filatelia monegasca. Muita água passou depois sob as pontes, e as actrizes e actores passaram a aparecer, depois de mortos, naturalmente, nos selos de vários países. Na Inglaterra, França, E. U. A., Portugal, entre tantos outros.



Mas há um caso singular que se passou na Alemanha. Que, com outros profissionais de cinema representados, os correios germânicos quiseram celebrar, também, numa série de 2001, a conhecida actriz Audrey Hepburn (1929-1993).
Ora acontece que, de Audrey, constava a imagem em que ela aparecia no filme Breakfast at Tiffany's, baseado numa novela de Truman Capote, com uma longuíssima e elegante boquilha, a fumar. E logo as puritanas e politicamente correctas boas almas alemãs se insurgiram contra o despautério tabagista. Reclamando para os correios.
Que, respeitadores e obrigados, retiraram o selo de venda e circulação, como bons seguidores da ordem e moral públicas.
Só que, no entretanto, tinham-se já vendido 5 estampilhas com esse motivo e o selo tornou-se uma raridade. Há poucos anos atrás, um exemplar usado foi vendido, em leilão, por 135.000 euros!...  Até parece que o crime compensa.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Uma fotografia, de vez em quando... (119)


Homem de várias aprendizagens e ofícios, o galês Angus McBean (1904-1990) dedicou-se, a partir dos anos 30, mais exclusivamente à fotografia. Mas teve também algum sucesso com a produção de cartões de boas-festas, de índole surrealizante, que tiveram boa venda comercial e divulgação.



Se as suas fotos não incorporam grande inovação ou originalidade, os seus retratos de celebridades do século XX são marcantes e, alguns deles, singulares e icónicos. Audrey Hepburn foi um dos seus modelos preferidos, tendo-a fixado em instantâneo em que a sua beleza era ainda algo incipiente (1950).


Marlene e o casal Olivier, entre muitos artistas de cinema e teatro, não escaparam à sua objectiva, nem The Beatles, já nos anos 60.

sábado, 9 de março de 2013

Filatelia LXI : raridade e sorte


Em Outubro de 2001, os Correios da Alemanha emitiram uma série de selos dedicada a actores de Cinema (Marilyn, Chaplin, Garbo, Gabin e Audrey Hepburn). Acontece que esta última actriz, aparecia numa fotografia do filme "Breakfast at Tiffany's", ostentando uma longuíssima e elegante boquilha - fumando, portanto. O que foi considerado um ultrage e politicamente incorrecto, pelo puritano e impoluto lobby antitabagista, que reclamou. Mansos, obedientes e respeitadores, os Correios alemães retiraram, de imediato, o selo de venda, não sem que, antes, ainda se tivessem vendido, pelo menos, 5 estampilhas. E, assim, o selo tornou-se de extrema raridade.
Há entretanto algumas instituições religiosas de solidariedade social (L. I. A. M., Bethel, por exemplo) que recolhem selos usados, os lotam e vendem, depois, a peso, e por descolar. Pois um afortunado comprador de um saco de 250 gramas (custou-lhe 10,25 euros), ao chegar a casa, vindo de uma delegação da Bethel, recentemente, verificou que, no interior da embalagem de selos, vinha um dos raríssimos selos de Audrey Hepburn.
O mais recente exemplar vendido, em leilão, no ano de 2005, atingiu o preço recorde de 135.000,00 euros!