A autenticidade é, muitas vezes, a verdade expressa de forma simples, estóica e sem luvas de permeio. Sem recear o melindre das almas sensíveis ou a animosidade pessoal de outras criaturas...
Entre os kilt abastardados nos corredores do Parlamento português, vindos de Oxford (como?), ou as saias dos evzones gregos, admitindo porém as tradicionais sotainas que à religião pertencem, sempre prefiro os saiotes dos trauliteiros lusos de Miranda. Mesmo que sejam celtas de origem. Para não falar do loudel ou pelote, que já D. João I usou em Aljubarrota e se guarda esfiapado e multicentenário no vimaranense Museu Alberto Sampaio.