Tirando o barco à vela, ao fundo (uma vez que o postal foi enviado para a praia da Nazaré), e o ramalhete (Rua das Flores) deste postal de 1922, torna-se dificil estabelecer um nexo de casualidade entre texto e imagem - não "dá a bota com a perdigota".
O mano Joaquim, de Arrepiado (concelho da Chamusca, distrito de Santarém), informa a sua gentil irmã Bloéte Matilde sobre uma espingarda (?) "que o homem ficou de vir cá hoje"... Talvez mistérios da primeira República, que nunca serão desvendados...