Com o seu ar bisonho, mas determinado, boina (?) e descalço, este jovem ardina lisboeta, de 1917, viajou, em efígie, da Capital até ao Douro. Mensageiro das palavras aflitas da filha Eurydice (que devia saber francês) para o silencioso pai, que não dava notícias, há muito, para a família. Que teria ido Alfredo fazer a Trás-os-Montes, em Junho de 17?
É isso que nunca saberemos.
com agradecimentos a H. N..