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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Um ardina viajado


Com o seu ar bisonho, mas determinado, boina (?) e descalço, este jovem ardina lisboeta, de 1917, viajou, em efígie, da Capital até ao Douro. Mensageiro das palavras aflitas da filha Eurydice (que devia saber francês) para o silencioso pai, que não dava notícias, há muito, para a família.  Que teria ido Alfredo fazer a Trás-os-Montes, em Junho de 17?
É isso que nunca saberemos.

com agradecimentos a H. N..