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quinta-feira, 9 de maio de 2013

"Fescenidades" do tempo e da net


Eu andava com este postal atravessado, que a Maria mandou, ousadamente e numa provável noite muito fria de Dezembro de 1916, ao José Duarte Araujo (mais um araújo...), que morava na Calçada do Marquês de Abrantes, em Lisboa. A caligrafia do postal é emotiva e nervosa, o texto, incontinente. E eu estava a espera de alguma coisa que o merecesse, como imagem.
As coisas chegaram, e em forma de search words, de forma inesperada e fescenina. Ora, atente-se:
-"vindio de pai comendo a filha de deis ano no manto toquilo".
-"tetas de porca recheadas com ouriços do mar".
Garanto por minha honra que não há nada no Arpose que justifique que o Google tenha enviado esses fesceninos e destemperados cibernautas pesquisar coisas deste teor, no Blogue.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Para o Dia da Mãe, antecipada e ousadamente


Admitamos que, para a época (1921), era um postal ousado, na sua casta e parcial nudez, este que o José e a Aida mandaram para a D. Maria do Carmo Santos Araújo, que morava na Rua Augusta, em Lisboa.
(Não resisti a perguntar-me - sem poder dar resposta - se esta excelsa Sra. não seria antepassada do araújo sulista que, ultimamente, só tem vindo ao Arpose, de fugida e de noite, para não dar nas vistas...)

quarta-feira, 27 de março de 2013

O araújo sulista volta ao local do crime


Eu dispensava bem esta visita torpe, mas ele lá vai insistindo, por inanidade mental, por falta de inspiração a ver se encontra alguma coisa para sugar. A penúltima vez, foi aquando da morte de Óscar Lopes. Mas, hoje, achei piada às, preguiçosas de intento, search words que dirigiu ao Google. Assim mesmo:
"torga escreveu no diário IV um pequeno poema que chamou fado do limoeiro" (sic).
O pachorrento do araújo é como o Jesus Cristo do Alberto Caeiro ("não consta que tivesse biblioteca") mas, pior do que isso, é não se querer incomodar a ir a uma biblioteca pública ou à BNP. O homenzinho não quer ter trabalho e prefere, refestelado e gordinho no seu sofá, que lhe sirvam as informações numa bandeja, para depois fazer um brilharete no seu blogue (agora muito mais cheio de imagens do que de palavras - sempre dá menos trabalho, com um vídeo à mistura...), junto dos pacóvios dos seus amigos. Mas o motor de busca, que não percebe nada de citrinos, encaminhou o araújo sulista para um poste sobre Antonio Machado (21/9/12), aqui no Arpose. Lá se foi a inspiração.
Se o copista nato trabalhasse um pouco, e não fosse um plagiador por vocação, abrindo o livro de Torga, na página 157, havia de encontrar o poema. Muito fraquinho, de qualidade, diga-se de passagem. E, com esta preciosa informação que dou ao araújo chupista, espero que ele - ao menos, por vergonha - me desampare a loja (Blogue) de vez, e para sempre.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

O araújo sulista ataca novamente


Desta vez veio pela calada da noite, o araújo.
Entre a insónia (talvez) e a falta de inspiração para o seu blogue, chegou, ao Arpose, à 1 hora, 43 minutos e 26 segundos, e só o largou às 2h58. Andava à procura dum tal "humberto luis rosado cabral da silveira", mas o Google trocou-lhe as voltas e mandou-o para um poste sobre o Umberto Eco (3/11/10). Aí ficou fascinado com uma imagem do Pinóquio - não deve ter tido uma infância feliz, o araújo, porque ainda fica encantado com bonecos... A seguir, passou a estudar gravemente um poste sobre "Intervenção ou neutralidade" dos intelectuais (7/2/13), com uma transcrição muito interessante de Alfredo Barroso.
Sugou, sugou e, depois, pelas 3 da manhã deve ter ido "vampirizar" para outro lado...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Idiotismos 10 : ainda sobre argueiros e araújos


Falei aqui, algumas vezes, de argueiros e araújos, a propósito de uma visita importuna e indesejável, que vem ao Arpose. Referi, por exemplo, que araújo é um argueiro no olho - incómodo, portanto. Mas, há dias, vim a descobrir mais algumas coisa sobre este vocábulo.
O seu uso é antigo, porque já na "Aulegrafia" (1619), Jorge Ferreira de Vasconcelos refere: "...não sofrer argueiro nas orelhas...", no equivalente a pulga, decerto. Carolina Michaelis comparou-o, por sua vez, ao ácaro (daí a imagem). João Ribeiro (Frases Feitas, 1908) explica que argueiro é "qualquer partícula ínfima e levíssima das que andam no ar".
Por sua vez, no Rifoneiro português, embora com significado um pouco distinto, existe o provérbio: "Fazer de um argueiro um cavaleiro". E, mais uma vez, para me justificar e comprovar a sua antiguidade, cite-se do "Cancioneiro Geral" (1516) de Garcia de Resende:
Pode ser maior marteiro
Se no ombro cai argueiro
Que não se há-de espenicar?
E, já que estamos em verso, para terminar, registe-se da "Hora do Recreio", de J. Baptista de Castro:
Quem case não case às cegas,
Mas seja sagaz e astuto,
Argos em vez de argueiros
E nos lances lince agudo.
Por hoje, de araújos e argueiros, é tudo.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O regresso do araújo


Ainda pensei que ele viesse, para dar as Boas-Festas, mas não. O araújo sulista veio ao Arpose para ver o que havia sobre Otto Dix. E fixou atentamente uma imagem satírica de três personagens. Para o esconjurar, vamos repetir a imagem. E acompanhar, minuciosamente, qualquer desenvolvimento, do lado de lá da criatura...

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O araújo voltou ao local do crime

Lá regressou a sanguessuga sulista ao Arpose e, por cá, andou a vasculhar 16 minutos e 24 segundos. Desta vez, à procura de muletas, para o seu blogue, sobre (search words da criatura): "eça de queiroz, gastronomia e a literatura". Deleitou-se e demorou-se nas "Mercearias Finas 37: gastronomia queiroziana" (de 13/9/11) e no "Recomendado: trinta e três - sobre Gastronomia" (de 1/11/12) a propósito de um livro de Albino Forjaz Sampaio.
O rapaz deve ter uma biblioteca muito pobre, pouca imaginação e fome, e, ainda por cima, é preguiçoso de espírito. Além disso, é um oportunista contumaz. Com as leituras que fez, aqui no Arpose - como foi antes do almoço - deve ter ficado com um apetite dos diabos... E motivos suficientes para fazer mais um poste longuíssimo e barroco. Por que será que este argueiro não se me desampara da loja, ou do olho, para sempre?! Que mal fiz eu, ao deus das moscas??? Irra!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Registo

Fica lavrado em acta: o Araújo (= argueiro no olho) sulista atacou novamente. Por cá se demorou 27 minutos e 24 segundos. Tendo dedicado particular atenção a um poste e imagem sobre Gomes Freire de Andrade. Aguardam-se desenvolvimentos...

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Mais vale prevenir do que remediar...


Anote-se, preventivamente, que o "argueiro no olho" (ou araújo sulista) atacou novamente, hoje. Obsessivo, ajuntador das ideias dos outros, "transcrevinhador" prolixo, andou pelo Arpose durante 52 minutos e 37 segundos, debruçando-se sobretudo e mais atentamente nos seguintes postes:
- Sobre  "Crise", palavra e sentido.
- Patrocínios e filiações.
- Eugénio, sobre os desenhos de Rodrigues.

Assim, e preventivamente, deixei o alarme ligado...

Mais uma vez, refiro que este poste tem endereço único.

sábado, 3 de novembro de 2012

O araújo sulista voltou ao Arpose (à cause des mouches)


Uma breve nota, aconselhada pela Protecção Civil: o araújo veio cheirar o ambiente. Demorou-se cerca de 40 minutos, pelo Blogue. São expectáveis transcrições copiosas ou plágios inspiradores no seu Blogue, sem identificação de origem. Eu, desde já, fiquei notificado. E alerta.

Nota: este poste, mais uma vez, tem endereço único.

sábado, 13 de outubro de 2012

Críptica : o Araújo do Sul

No Norte, araújo é um argueiro no olho - idiotismo regional. Uma coisa a mais, um incómodo que o vento traz. Como as moscas parvas, selvagens, de fim de estação, que pousam, insistentemente, em nós. Como as sanguessugas e os vampiros. Sugam, principalmente. Vivem do trabalho dos outros. Tanto pode ser da actividade de Manuel Loff, como da de Rui Ramos ou da de Henrique Cayatte, mas tentam, sobretudo, ganhar de outros, a notoriedade que, por si só, e pela sua mediocridade não conseguem. E transcrevem imenso!
No Sul, são outra coisa. Sejam eles do Algarve, de Lisboa, de Sta. Bárbara de Nexe. Sejam acessores, ajuntadores de cavacos, camaleões, "pimps". Podem disfarçar-se de jornalistas, historiadores de domingo, júlios dantas ("pim!"), copiadores, não deixam de ser redundantes, hipócritas, cobardes, obsoletos. Desprezíveis, em suma. Argueiros dispensáveis - para voltar ao Norte.

P. S. : o poste tem endereço único.