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terça-feira, 17 de junho de 2025

Divagações 206

 

É minha convicção que o rigor e a exigência abrandaram no mundo, nos últimos tempos. A tolerância quando não o relaxe ganharam uma flexibilidade impensável ainda no século passado. Ponto assente, anteriormente, era de considerar a literatura policial como um género menor...
A precedência de Georges Simenon em La Pléiade, de algum modo, permitiu que a prestigiada colecção francesa, quase equivalente a uma academia de imortais, viesse a albergar  agora parte dos livros de Arthur Conan Doyle (1859-1930), em dois volumes. Incluindo a dita obra canónica do escritor composta por 4 romances policiais e 56 novelas, produzidos entre 1887 (Um estudo em vermelho) e 1927, que têm por figura central o detective Sherlock Holmes. 

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Os senhores que se seguem...



De há muito que o meu bom amigo H. N. partilha comigo as boas leituras que faz e me traz os livros melhores para eu também os ler. Reciprocamente, costumo fazer o mesmo com ele. Desta vez tenho comigo um pequeno livrinho (28 páginas) sobre o criador de Sherlock Holmes e as suas relações com Portugal. A obrinha, com dedicatória, deve ser rara, dado que é o número 67 de uma tiragem de 200 exemplares apenas.



O segundo livro, que tenho para ler, e que H. N. me emprestou, tem a ver com o escritor Joaquim Paço d'Arcos (1908-1979), sua correspondência e textos diversos. Ambas as obras contém iconografias interessantes e originais, sobretudo a do segundo volume (488 páginas).




 

sexta-feira, 1 de julho de 2022

Do que fui lendo por aí... 51



De A Handful of Authors, de G. K. Chesterton (1874-1936), traduzo:

"... mantém-se o facto de que o herói (Sherlock Holmes) de Conan Doyle é provavelmente a única criação literária desde as personagens de Dickens que, na realidade, passaram para a vida e linguagem do povo, e se tornaram figuras tal como John Bull ou o Pai Natal..."

Gilbert Keith Chesterton, in An Anthology (pg. 184), Oxford University Press (1957).

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Citações CDXIX


É, de há muito, um axioma meu dizer que as pequenas coisas são infinitamente as mais importantes.

Arthur Conan Doyle (1859-1930), in A Case of Identity.