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terça-feira, 15 de maio de 2018

Osmose 93


Um nome funciona, quase sempre, como uma identidade. O apelido cola-se mais à tradição. E se o nome nem sempre nos agrada e possa criar, em relação ao sujeito, alguma distanciação ou incómodo, com o tempo acabamos por vir a aceitá-lo, gradualmente. Percebe-se que alguns artistas adoptem pseudónimos. Por lhes desagradar o nome que os pais lhe puseram ou para criar alguma reserva de intimidade na sua vida pública.
Aderi, razoavelmente, ao meu nome e apelidos, subscrevendo com naturalidade a fonética e simbologia que personificavam. Muito embora o meu penúltimo apelido, mais raro e ambíguo, demorasse mais tempo a ser aceite e usado, no dia a dia. Não me lembro, também, de alguma vez ter usado pseudónimo para responsabilizar alguma obra feita. Colei-me assim à obra e título que os meus progenitores me destinaram.
Honra lhes seja!