quinta-feira, 18 de novembro de 2021
Últimas aquisições (34)
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
Mercearias Finas 153
domingo, 1 de setembro de 2019
Deus seja louvado!
A sua obra A Ceia dos Cardeais (1902) já tem um elenco suficiente para poder ser representada, no Vaticano, por actores profissionais e autênticos.
Almada deve estar a morder-se de raiva, no Inferno, ao saber disso...
sexta-feira, 27 de julho de 2018
Lembrete 64
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
8 versos de Pessoa, num eco de Blake
(1932)
sábado, 16 de janeiro de 2016
Filatelia CX
domingo, 26 de abril de 2015
Faça, você, a sua!
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Pequena história (31)
domingo, 27 de abril de 2014
Marcadores 21
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Leituras e memória
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Civilidade (28)
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Alguns títulos da Província
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Osmose (42)
segunda-feira, 4 de março de 2013
Superstições
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Oração fúnebre
Herdado familiarmente de quem já o achava obsoleto ou com pequenas deficiências - imperceptíveis, para mim, que sou um ignorante e rude informático - o meu computador Sony lisboeta deu o berro. Quero eu dizer, morreu-me nos dedos, estava eu a ouvir, via Youtube, um concerto de Natal, em Viena, superiormente dirigido por Karajan. Fez um relâmpago silencioso, mas verde, começou a mostrar traços verdes finos e verticais, depois pequenas rectas negras intercaladas, e foi-se... Deu a alma ao criador. Ignorantemente esperançado, religuei-o quatro ou cinco vezes, e nada. Ecran absolutamente negro, vazio, obscuro como um buraco negro do Universo.
domingo, 1 de abril de 2012
Lembrar Mário Viegas, e não só
domingo, 23 de outubro de 2011
Valores em Arte
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Salão de Recusados XXXIV : José Mário Branco (não aconselhável a orelhas sensíveis)
Este "F. M. I.", de José Mário Branco, tem a força e rudeza de um libelo acusatório e a veemência arrebatada e escatológica de um exorcismo. Neste registo, lembro-me apenas de "A Cena do Ódio" de Almada Negreiros, sendo que este último é bastante mais subjectivo e egocêntrico, e não político. Esta "gaguez furiosa" (para usar palavras de Jorge de Lima) tem, no entanto, dois andamentos: o primeiro é um esconjuro violento de sarcasmo irado; a segunda parte tem um lirismo inesperado onde, também, habita a ternura. É uma canção de intervenção esquecida, este "F. M. I." de José Mário Branco, que as ironias e repetições da História (tragédia/ farsa) voltaram a tornar actual e presente. Justificado, e português. Embora, como o disse, a princípio, e repito: não seja para ser ouvido por orelhas sensíveis, dado o seu tom de violência e o uso de um vocabulário que remete para as cantigas de "maldizer" medievais.