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sexta-feira, 3 de outubro de 2025

As palavras do dia (60)


 

Melhor do que isto só talvez o Speedy González...


quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Desabafo (58)



Que culpa tem, a mais simpática das Medeiros, de pronunciar uma evidência, para a mais feia das Mortáguas desopilar o fígado, alarve e inopinadamente? 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Na Casa da Cerca


E porque não um passeio pré ou post-natalício, até à Outra banda?!
Pelo menos, Amadeo merece.

sábado, 24 de setembro de 2016

Exposição, hoje, em Almada


Discreta e emigrada desde 1970, em Amesterdão, Maria Beatriz (1940) inaugura, hoje, em Almada e na Casa da Cerca, uma mostra subordinada ao tema Trabalho de Casa. O uso da colagem tem sido uma constante da sua obra, mantida, ao longo de dispersas exposições, que tem feito em Portugal. A artista está representada no C. A. M. (Gulbenkian).


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Exposição de Fotografia


Tendo como tema Moçambique, na Galeria Municipal de Arte, em Almada, inaugurou, hoje, 29/10/15, uma exposição colectiva de Fotografia.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

BD portuguesa


A quem possa interessar, aqui fica a informação atempada, sobre esta mostra de Ricardo Cabral (1979?), na Casa da Cerca, em Almada.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Teatro


Mais pelo bom gosto do encarte, de feliz grafismo estético, que reproduz uma obra de Rui Sanches (1954), aqui dou notícia e imagem deste anúncio-convite que me chegou, hoje, pelo Correio, sobre o Festival de Teatro de Almada-2015, que irá decorrer entre 4 e 18 de Julho, próximos.
A propósito, lembro que o primeiro organizador e grande dinamizador deste Festival de Teatro, de Almada, com participação de grupos nacionais e estrangeiros, foi o jornalista e, sobretudo, actor e encenador Joaquim Benite, falecido em 2012.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Dia Internacional dos Arquivos


São áreas cinzentas, muito pouco espectaculares, que não dão para emocionar, particularmente, sequer o cidadão comum. Comemorações que não concitam a atenção mecânica do Google, para lhe dedicar um logótipo momentâneo e efémero, nem os fregueses das redes sociais, mais preocupados com os cãezinhos mordedores que são abatidos, ou com as criancinhas altoalentejanas que se digladiam em lutas fratricidas de polícias e ladrões, nas suas brincadeiras escolares. O essencial passa, quase sempre, ao lado da grande multidão acarneirada e globalizante, na sua estandardizada clonagem.
É bom dizê-lo: passa, hoje, o Dia Internacional dos Arquivos. Ou seja, da memória material da Humanidade. A Câmara de Almada, para sublinhar a data, fez anúncio e lançou, formal e oficialmente, um Portal, aberto a todos, sobre o Arquivo histórico de Almada. Foi uma louvável iniciativa, de que me apraz dar notícia, aqui, hoje.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Exposição


No próximo sábado, 18/10/2014, pelas 18h30, na Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea (Almada) inaugura uma exposição de desenhos, com trabalhos de Rafael Bordalo Pinheiro, Henrique Cayatte, Sofia Areal, entre vários outros artistas. A mostra estará patente até 25/1/2015.

sábado, 2 de novembro de 2013

Retratos 12


O sr. Abílio respira honestidade profissional por todos os poros. E nos preços que faz. Nos seus 80 anos, improváveis e rijíssimos, embora muito afáveis, leva já 67 de profissão constante, porque iniciou a sua aprendizagem a meio  da adolescência, mal completara os 13 anos. Aprendeu os rudimentos de artífice numa relojoaria da rua dos Sapateiros, em Lisboa, que tinha a representação da Patek Philippe e mais duas ou três marcas de consagrada respeitabilidade. Aí se vendiam, à confiança, e arranjavam relógios, a cargo de três bons profisionais.
Depois, e anos mais tarde, por razões várias veio a estabelecer-se na Outra Banda do Tejo.
A relojoaria, pequena, na velha Almada, está desarrumada, mas só para quem vem de fora. Pequenos ponteiros para substituição, coroas, braceletes, tudo ele encontra, com rapidez surpreendente, gesto sucinto e habituado, naquele aparente caos humano e ameno de trabalho manual.
Nós tinhamos entrado para comprar uma pilha e duas braceletes de relógio, iam as 11 quase no fim. E, de repente, poucos minutos passados, quatro ou cinco grandes e maviosos relógios começaram a bater, em uníssono de inesperada sinfonia, as 12 horas. Tenho de confessar que, por momentos, me senti transportado à infância, e uma tranquilidade beatífica e feliz me banhou a memória...

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Alguns títulos da Província


Por justificadas razões de proximidade, sempre os Municípios estiveram mais perto da realidade social, cultural e política dos seus cidadãos, do que, ao longo da História portuguesa, os sucessivos  governos que ocuparam o Terreiro do Paço.
De uma forma quase anónima, a nível de expressão nacional, a Província ainda mexe, apesar dos condicionalismos e apertos orçamentais, que raramente permitem exorbitar muito para além das festas tradicionais que já existiam.
Pergunto-me, às vezes, se o presente Governo teria necessidade de manter a ficção de uma Secretaria da Cultura que, como dizia Almada, "se manifesta em não se manifestar". O seu tom mate, ou escuro de penumbra, que talvez se quadre bem com o presente e pequenino ocupante do Palácio da Ajuda, não justifica a sua existência. Ao menos, que tivessem a coragem de "acabar de vez com a Cultura", passando do romantismo da hipocrisia ao realismo e "nudez da verdade" crua.
No entretanto, autárquicos, há pequenos oásis ou pequenos sítios onde a Cultura e a preocupação social ainda ocupa espaço e lugar. Deixo em imagem, e da região outrabandista, alguns sinais.

sábado, 11 de agosto de 2012

Mercearias Finas 57 : a perseguição dos linguados


A D. Helena e o Sr. Ribeiro fecham hoje à noite o restaurante, e vão de férias até ao fim do mês. Mas despedimo-nos principescamente, ao almoço, com uns lombinhos de coentrada com ameijoas pretas, que estavam óptimos e muito bem apaladados. Para "desmanchar a regra" fomos num Borba branco, já de 2011 (Antão Vaz, Arinto e Roupeiro), despretencioso, mas de feição.
Cedo ainda, no Mercado do Monte, ficaram-me os olhos nos linguados fresquíssimos e ainda com babugem, da banca da D. Leonor. Mas estavam a 28,50 euros, que diabo!... E, embora o pregado estivesse por metade, eram os linguados que eu queria e cobiçava.
Depois, no modesto restaurante da velha Almada, havia mais 2 belos linguados na montra frigorífica, com os olhos postos em mim. E eu, neles. Mas há que perdoar-me eu recusá-los, por questões pragmáticas. Eu explico: tinha acordado muito cedo e o corpo estava precisado de conduto mais substancial que, como diz o  povo - "peixe não puxa carroça." Assim vieram os lombinhos de coentrada. E não nos arrependemos.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Mercearias Finas 25 : 2010 para 2011, em jeito de telegrama


Figuinhos secos de Torres STOP Super bruto 2004 Murganheira STOP mais de 12 barquinhos, no Tejo, a despejar fogo de artifício STOP o mesmo, quase, em simetria, de Almada STOP girândola final, magnífica STOP não sei por que não acabaram com as balônas, como é de regra STOP mas tudo bem, e bonito STOP Bom Ano! Pena, não estares aqui, connosco, no terraço STOP havias de gostar!

sábado, 11 de setembro de 2010

Mercearias Finas 16 : fígados e a Quinta das Torres


A Quinta das Torres, cujas edificações, de estilo renascentista, datam da segunda metade do séc. XVI, está situada próximo de Azeitão. O conjunto arquitectónico, lago e jardins envolventes foram, ao que parece, idealizados por D. Diogo d'Eça. São uma espécie de Palácio da Bacalhôa menos sumptuoso. Além disso, há na Quinta das Torres um acervo de azulejos, com motivos da Eneida, muito belo. Funciona, desde há anos, como estalagem e restaurante.
A Quinta, no entanto e neste caso, é apenas o ponto de partida para abordar uma especialidade culinária que aprecio muito: fígado e, no caso particular, fígados de aves. Foi lá que almocei, há uns bons anos, uns magníficos fígados de aves acompanhados, creio, por um branco "Catarina" produzido, maioritariamente com Chardonnay, na Quinta da Bacalhôa. À sobremesa, o inevitável queijo babão de Azeitão, servido à colher. De fígados de aves, ainda me sirvo e escolho, no restaurante adstrito ao C.N.C., perto do Chiado, sempre que lá vou. Não será tão bom como o da Quinta das Torres, mas vale a pena prová-lo. Se se preferir vinho tinto, sugiro um "Maria Mansa" (da Quinta do Noval), se a opção for branco, o "Incantum" duriense porta-se com galhardia, com toda a certeza.
Mas passando do aéreo ao terrestre, sou também apreciador - quando bem feitas - de umas democráticas Iscas de Vitela. E mais. Num modestíssimo restaurante de Almada, que descobrimos e onde pontificam o Sr. Ribeiro e a Dª. Helena, senhora baixíssima mas alta cozinheira, provei, há cerca de dois anos e pela primeira vez, umas magníficas Iscas de Borrego. Laminadas na oblíqua, para lhes aumentar o comprimento. É raro haver, mas quando há, nunca as perco - são um autêntico manjar!
E, finalmente, aqui fica exarado para que conste, umas Iscas de Ganso, também laminadas e finas, preparadas pela vocação poética do meu grande Amigo António. Cortadas à fieira, grelhadas na chapa, com um polvilho de sal e pimenta - e a benção divina. Que requintada e excelente entrada!...

P. S.: obviamente dedicado ao António de Almeida Mattos.