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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Comic Relief (145)


A terceira idade e as novas tecnologias, ou a primeira idade dos algoritmos, ou o despontar da inteligência artificial e o operário indiferenciado, ou...

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Duas maneiras de ver a coisa, ou o bom gosto inteligente do Youtube


Quem pensa que domina a net e quejandos, desiluda-se. Ela e eles pretendem é orientar-nos. Impondo-nos publicidade pirosa, cultura da corrente dominante, infantilidades básicas, divertimentos pimba, músicas foleiras, nomeadamente, americanas.
Recentemente, e por aqui, nos vídeos de alguma música clássica do Youtube, nos primeiros acordes musicais, aparecia uma legenda publicitando um remédio para o tratamento de calos. Bom gosto, realmente... ainda se fosse em vídeos de música para dançar...
Mas o que acho ainda mais interessante, e altamente democrático, é que, para além de o Youtube andar todo desenculatrado, os seus algoritmos estão a funcionar de forma absolutamente destrambelhada e caótica.
Para já, um aspecto que eu considero quase insultuoso: nos últimos tempos, o Youtube resolveu recomendar-me, insistentemente, uma rubrica e temática infantil, que dá pelo nome de: Gaming for you, que em português à Google traduziram por Jogos para você.
De imediato, eu clico para eliminar estas frioleiras parvas, e logo aparece o refrão mecânico e algorítmico, gentil:

Got it. We'll tune your recommendations.
Ou (em português)
Ok. Ajustaremos as suas recomendações.

Ora, basta eu, passadas 2 ou 3 horas, voltar a abrir o Youtube, para de novo me aparecerem os Jogos para você, recomendados com a inocente candura dos atrasados mentais, dos desmemoriados e autistas. E, isto, recorrentemente...
Irra, que é bruto!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

As palavras do dia (32)


"... E o Google ensina-nos que a democracia digital se baseia em filtros e algoritmos que permitem deduzir a opinião da maioria e empurrar para zonas invisíveis o que é minoritário. ..."

António Guerreiro, in O monstro cibernético (jornal Público, de 24/11/2017).


Comentário pessoal: ao Poder interessa sobretudo padronizar, para melhor arrebanhar os carneirinhos.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Irra!


Um pouco farto das excrecências de mau gosto do Youtube, resolvi enviar  para a instituição norte-americana, o seguinte recado para a sua dependência "Ajuda":

Agradeço, s.f.f., que deixem de me recomendar, na vossa página, vídeos de Salvador Sobral e André Rieu. Não os frequento. E também dispenso a piroseira dos Vossos anúncios.
É um erro primário pensar que: o que é bom para a América, é bom para o mundo.
Cumprimentos



P.S.: ainda não foi desta (22h34, de 8/7/2017). Os recomendados do Youtube, continuam a aconselhar-me 3 chapa zero da mainstream trumpiana. Terei de concluir que o computador de algoritmos da russo-judia Susan Wojcicki (CEO da Youtube) ainda não atingiu a eficácia moderna do Hall 9000, de Kubrick.
Mas que indigência e atraso tecnológico, dona Susan!...

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Os inefáveis algoritmos e o tolo da aldeia (global)


Eu sei que há quem defenda o uso dos algoritmos, estão no seu legítimo direito democrático. Poupam trabalhadores, células cinzentas, pensar. Uniformizam ao nível da chinela e da grosseira generalização.
Hoje, o Youtube, entre outras baboseiras, infantilidades e parvoíces, recomendava-me um vídeo intitulado Evidence The Titanic Was Sunk on Purpose, que já tinha sido visitado por 1.501.678 inocentes.
Nunca pensei que houvesse tantos tolos de aldeia, no mundo...

sábado, 23 de abril de 2016

Algoritmos


Eu não quero causar polémica, mas acho que o problema é que os algoritmos são feitos para contentar a maioria. E não conseguem distinguir o parvo do inteligente, o selectivo, do volúvel promíscuo da corrente dominante, o preciosista, do abandalhado curioso. Não reconhecem a qualidade e guiam-se, religiosamente, pela quantidade. São cegos, rombos, surdos na sua essência mecânica. E têm ADN norte-americano, na sua origem pragmática, de cheiro rural a faroeste - dispara primeiro, e pensa depois...

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Haja deus!


O Youtube eliminou-me, finalmente, o "cara mole de plasticina" e "trejeitos de gelatina" (ver poste "Os algoritmos e o Youtube, outra vez", de 6/7/14), da lista de recomendações robóticas! Não há nada como reclamar...

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Os algoritmos e o Youtube, outra vez


Não discuto a prática rentável, para o produtor, do uso dos algoritmos. Que implica, no entanto, e dispensa a inteligência humana, a todo o momento, na sua usura de poupança de forças de trabalho vivas. E não descarto a hipótese de que, registando tudo (até os resultados obtidos e as reclamações), esse produtor (neste caso, o Youtube) atenda e corrija a sua prática, em relação ao utente e potencial cliente.
E digo isto porque, tendo eu feito um poste (12/7/2014) em que me queixava das deprimentes e sucessivas recomendações de audição do A. Rieu(-Quim Barreiros), o Youtube emendou a mão, 2 ou 3 dias depois, e deixou de me recomendar a detestável criatura. Na sua cegueira, porém, muito raramente inclui Pascal Comelade (não será recomendável, para o Youtube?), de que eu uso e abuso, aqui, no Arpose.
Já aqui tenho falado nos ódios estimação. Desde sempre, que o Youtube me tenta impingir vídeos de audição do Philippe Jaroussky. Quer vendê-lo a todo o preço, no fundo, marimbando-se para o gosto dos utentes. Se tenho de aceitar, para ser justo, que a criatura até tem boa voz, não consigo suportar-lhe a cara mole de plasticina, nem os seus trejeitos de gelatina... É demais, para mim.
Aqui o digo, a ver se o Youtube me ouve e atende à minha reclamação, mais uma vez. Oxalá!

sábado, 12 de julho de 2014

Os algoritmos, ou as parvoíces mecânicas


 A fazer fé na definição sucinta e comum, o algoritmo é uma "sequência finita de instruções definidas e não ambíguas, que podem ser executadas mecanicamente".
Ou seja, e por palavras minhas, é uma ordem dada, eventualmente a um robot ou motor de busca que, na sua estandardização ou generalização abusiva, e na sua inerte mentalidade (?) alternativa, está eivada de boçalidades subjectivas e mecânicas.
Só assim eu posso compreender que, quando eu clico "Youtube", o painel que abre me recomende duas ou três audições indigentes de André Rieu, que é uma espécie de Quim Barreiros da música clássica mais rasteira; ou, pior ainda, que desde a véspera da visita de Letizia e Filipe VI, a Portugal, e sendo eu republicano, me inunde de "recomendados" do canal CasaRealTV (espanhola), com que não sinto a menor afinidade...
Arre!, que são burros, estes algoritmos!