Mesmo que centenária (17/10/1911), esta pictórica sobranceria masculina (fosse o cavalheiro músico ou poeta), em relação à submissa jovem ajoelhada, na altura, já não seria de muito bom tom, nem politicamente correcta... Que diabo!, já estavamos em plena República.
Seja como for, o cerne da mensagem, no verso do postal, revela o grato reconhecimento da Feliciana para com a Dona Maria do Carmo Santos, do Chalet Cabral Pinto, em Algés, por causa da oferta de um vestido que "está muito ao meu gosto fás muita vista, parece um vestido caro."