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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Citações CCLXXXV


Vem hoje, no jornal Público, uma crónica pertinente, de Alfredo Barroso, a propósito da Constituição portuguesa e de um discurso do actual PR. Vale a pena lê-la.
Achei curioso referir algumas citações sobre o tema. Aqui vão elas:

1. O que é a Constituição entre amigos?
Timothy Campbell

2. Nós estamos sob a Constituição, mas a Constituição é aquilo que os juízes dizem que é.
Charles Evans Hughes

3. Uma boa constituição é infinitamente melhor que o melhor dos tiranos.
Thomas Macauly


P. S.: nos últimos dias, uma visita brasileira de Curitiba, estado do Paraná, tem vindo consultar, obsessivamente, o label Citações, do Arpose. Começou por 20, passou a 40 e, agora já pede 100...
Será o Pensador , que é uma coisa que as pessoas que lêem pouco, consultam muito? Seja como for, resolvi ajudá-lo, colocando, de uma só vez, mais 3 citações, que ele pode copiar com proveito, pelo menos, para avaliar a Constituição brasileira e a sua observância, nos tempos que correm...

sábado, 16 de fevereiro de 2013

O araújo sulista ataca novamente


Desta vez veio pela calada da noite, o araújo.
Entre a insónia (talvez) e a falta de inspiração para o seu blogue, chegou, ao Arpose, à 1 hora, 43 minutos e 26 segundos, e só o largou às 2h58. Andava à procura dum tal "humberto luis rosado cabral da silveira", mas o Google trocou-lhe as voltas e mandou-o para um poste sobre o Umberto Eco (3/11/10). Aí ficou fascinado com uma imagem do Pinóquio - não deve ter tido uma infância feliz, o araújo, porque ainda fica encantado com bonecos... A seguir, passou a estudar gravemente um poste sobre "Intervenção ou neutralidade" dos intelectuais (7/2/13), com uma transcrição muito interessante de Alfredo Barroso.
Sugou, sugou e, depois, pelas 3 da manhã deve ter ido "vampirizar" para outro lado...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Intervenção ou neutralidade?


O JL desta semana traz a capa que, parcialmente, reproduzimos e encima este poste. Vários escritores, com perspectivas ideológicas variadas, respondem na sua maioria, pelo mesmo diapasão, embora com pequenas diferenças de pormenor. Não me esqueço do sábio verso de Drummond: "...não faças poesia sobre acontecimentos..."; ou da prudente frase: "de boas intenções, está o Inferno cheio". No limbo do esquecimento jazem inúmeros poemas feitos à glória de Vasco Gonçalves, no PREC, de duvidosa qualidade proliferaram cânticos à morte de Che Guevara, só para citar dois exemplos. Mas a minha convicção é de que um artista não deve, nem pode, furtar-se ao seu tempo, e a tomar partido denunciando a injustiça e os dias funestos em que vive. E observo muitas vezes o comodismo e a neutralidade de muitos que assobiam para o lado, mantendo a porta aberta às eventuais benesses do Poder iníquo. Lamento-o, vivamente.
Sobre aspectos, não absolutamente convergentes, mas que se podem associar, li, ontem, no jornal Público, um artigo muito pertinente, de Alfredo Barroso, que passo a citar, parcialmente:
"...«O povo não come ideologia» é uma frase muito batida, normalmente utilizada pela direita ou por políticos oriundos da extrema-esquerda sempre em trânsito para a direita. É característica do pragmatismo sem princípios que tomou conta dos partidos socialistas, sociais-democratas e trabalhistas membros da Internacional Socialista, na última década do século passado, a partir da fracassada Terceira Via teorizada por Anthony Giddens e adoptada por Tony Blair, Gerhard Schroeder, António Guterres e tutti quanti por essa Europa fora. No fundo, não passou de uma conversão encapotada às delícias do neoliberalismo. Foi uma abdicação ideológica que os tornou comparsas da direita e reforçou o «rotativismo» no poder, com as mordomias que ele confere e os tachos que permite distribuir. ..."