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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Do que fui lendo por aí... 38


A Taschen é um símbolo editorial de qualidade. Quer em textos ou iconografia. De bom gosto.
Este livro de 192 páginas é dedicado ao acervo fotográfico do Museu Ludwig, de Colónia, pequeno vlume que tenho vindo a folhear e ler, parcimoniosamente, nos últimos tempos.
Escolhi as imagens e texto das páginas 54/5, consagradas a Alfred Eisenstaedt (1898-1995), fotógrafo alemão que viria a radicar-se na América, a partir de 1935. E cuja obra eu muito aprecio.



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Uma fotografia, de vez em quando (86)


É um momento explosivo de juventude, alegria, incontida emoção.
O marinheiro, em licença, George Mendonsa (1923-?) saíra duma sala de espectáculos, para Times Square (Nova Iorque), para se assegurar que a II Grande Guerra tinha, realmente, terminado; a assistente de dentista, Greta Zimmer Friedman (1924-2016) tinha vindo à rua, para confirmar a notícia. O fotógrafo Alfred Eisenstaedt (1898-1995) estava lá, e fixou, em instantâneo, esse arroubo de felicidade imensa que levou o marinheiro, radiante, a beijar uma enfermeira desconhecida que, talvez por intuição ou generosidade, o permitiu. Foi isto a 14 de Agosto de 1945.
A revista Life veio a publicar a emblemática fotografia na sua edição seguinte.
Segundo nos informa o jornal Público, Greta Friedman faleceu ontem, com 92 anos.